Nogueira
Olisandro Pinto Nogueira · nasceu em 1941
Nogueira se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 83 anos, superior completo, advogado, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2020, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Nogueira declarou R$ 172,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 313 mil, já descontada a inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 38% da mediana dos candidatos a prefeito na Bahia em 2020.
- NogueiraR$ 172,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 459,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 646,4 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Nogueira declarou ao TSE R$ 210 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 121 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Macarani (BA) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Macarani (BA), 2024
Mediana da disputa: R$ 44,7 por voto. Quem venceu, Nilton Alves, gastou R$ 3,20 por voto. O voto mais caro custou R$ 141; o mais barato, R$ 3,20.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fabiana Do Hospital PLR$ 2,7 mil · 19 votosR$ 141
- Jose Luiz PLR$ 2,5 mil · 23 votosR$ 109
- Fernanda Sá PLR$ 2,5 mil · 26 votosR$ 96,3
- Pauline Porto PSDR$ 27 mil · 383 votosR$ 71,1
- Professora Dila PSDR$ 27 mil · 458 votosR$ 59,4
- Daiane Roldão PSDR$ 27 mil · 518 votosR$ 52,5
- Miron PLR$ 2,5 mil · 56 votosR$ 44,7
- Aline Do Sindicato PLR$ 11 mil · 270 votosR$ 40,5
- Dazinho Da Loja PLR$ 2,7 mil · 87 votosR$ 30,7
- Sergio Enfermeiro PLR$ 2,2 mil · 154 votosR$ 14,2
- Dieguinho Dois Irmaos PLR$ 2,2 mil · 523 votosR$ 4,18
- Nilton Alves PLR$ 2,2 mil · 683 votosR$ 3,20
Votos por real
- 2024, vereador: 302 votos por R$ 1.000, 5,9 vezes a mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 54 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 271 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 38 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.