Apuração
Vice-governador · 2026 · PCO

Nivaldo Orlandi

nasceu em 1955

Nivaldo Orlandi se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2026, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPCO−0,78← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2016PDT2018PCO2020PCO2024PCO2026PCO← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2018, 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

Passou por 2 partidos: PDT (2004–2016), PCO (2018–2026).

Vice-gov.SenadorPrefeitoVereadorPartidoPDTPCO’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24’26
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna ou votos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-governador, 2026, vice na chapa.

Declarou ao TSE em 2026: 71 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2026
    Vice-governador · São Paulo
    PCO 29· esquerda
    vice na chapa
  2. 2024
    PCO 29000· esquerda
    não eleito
  3. 2020
    PCO 29029· esquerda
    candidatura não chegou à urna
  4. 2020
    PCO 29029· esquerda
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  5. 2018
    Senador · São Paulo
    PCO 290· esquerda
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  6. 2016
    PDT 12· centro-esquerda
    não eleito1.030 votos, 1,3%
  7. 2004
    PDT 12000· centro-esquerda
    não eleito

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2026, Nivaldo Orlandi declarou R$ 746,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2026, o total caiu R$ 345,8 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 746,4 mil
em bens declarados em 2026, em reais de setembro de 2026 (R$ 740.297 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 746,4 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2026, do maior ao menor
  1. Salões comerciaisR$ 453,7 mil
    Sala ou conjunto
  2. Galpão industrialR$ 181,5 mil
    Galpão
  3. Quotas da empresa columbus consultoria e empreendimentos…R$ 70,6 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  4. 1/3 Prédio comercialR$ 35,3 mil
    Prédio comercial
  5. Ações petrobrásR$ 5.340
    Ações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Nivaldo Orlandi declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 11 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Embu das Artes (SP) · PCO · não eleito

De onde veio

R$ 6.750
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2024.

Quanto custou cada voto: vereador, Embu das Artes (SP), 2024

Mediana da disputa: R$ 72,1 por voto. Quem venceu, Boblel Castilho, gastou R$ 44,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 150; o mais barato, R$ 44,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 254 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.