Apuração
Deputado estadual · 2010 · AGIR

Nivaldo de Teco

Enivaldo Francisco Damião · nasceu em 1961

Nivaldo de Teco se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2010, e foi eleito em 1.

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Direita, pelo partido

Pelo partidoAGIR+0,58← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2008DEM2010AGIR← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: DEM (2004–2008), AGIR (2010).

Dep. estadualVereadorPartidoDEMAGIR2004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 49 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · Minas Gerais
    AGIR 36580· centro-direita
    suplente20.552 votos; 146º mais votado de 942 no estado
  2. 2008
    Vereador · Santa Luzia (MG)
    DEM 25680· direita· na urna, Nivaldo
    não eleito3.605 votos
  3. 2004
    Vereador · Santa Luzia (MG)
    DEM 25680· direita
    eleito2.293 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Nivaldo de Teco teve 20.552 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 146º lugar entre 942 candidatos.

Recebeu votos em 153 cidades. Santa Luzia deu 80,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,2%.

20.552 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 20.552 votos.
  1. Santa Luzia (MG)16.535 votos80,5%
  2. Belo Horizonte (MG)1.554 votos7,6%
  3. Contagem (MG)529 votos2,6%
  4. Betim (MG)161 votos0,8%
  5. Sabará (MG)157 votos0,8%
  6. Outras 138 cidades785 votos3,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Nivaldo de Teco declarou R$ 769,7 mil em bens, em reais de hoje: 5,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2010, o total caiu R$ 192,3 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 769,7 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 311.270 na declaração)

Declarou 5,1 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2010.

  • Nivaldo de TecoR$ 769,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 149,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,1 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 769,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2010, do maior ao menor
  1. Saldo em conta correnteR$ 287,5 mil
    Conta corrente no país
  2. Area de 10,81H.A ,situado no distrito de jaboticatuba/mgR$ 160,7 mil
    Terra nua
  3. 50% Da empresa supermercado teco LTDAR$ 98,9 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  4. Situada em santa luziaR$ 98,9 mil
    Terra nua
  5. Fiat strada 2004R$ 59,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Casa no bairro bela vista santa luziaR$ 49,5 mil
    Casa
  7. Bairro recreio em santa luziaR$ 14,8 mil
    Terreno

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Nivaldo de Teco declarou ao TSE R$ 702 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 656 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Deputado estadual · Minas Gerais · AGIR · suplente

De onde veio

R$ 655,8 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 231 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 655,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 263,6 mil40,2%
  2. Pessoas231 pessoas, não nomeadasR$ 119,8 mil18,3%
  3. Outros candidatosR$ 24,4 mil3,7%
  4. PartidoR$ 3.6160,6%

Para onde foi

R$ 655,6 mil
O maior gasto foi com pessoal: 48% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 655,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal186 pessoas, não nomeadasR$ 317,1 mil48,4%
  2. TransporteR$ 27,6 mil4,2%
  3. EscritórioR$ 7.0421,1%
  4. InternetR$ 6.8411%
  5. ServiçosR$ 2.1990,3%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2010

Mediana da disputa: R$ 51,4 por voto. Quem venceu, Dinis Pinheiro, gastou R$ 18,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 131; o mais barato, R$ 18,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 31 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 132 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 122 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.