Nilson Vignolli - Nino
Nilson Vignolli · nasceu em 1953
Nilson Vignolli - Nino se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: DEM (2008), PSD (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 58 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público). O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Nilson Vignolli - Nino declarou R$ 341 mil em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2012.
Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2012.
- Nilson Vignolli - NinoR$ 341 mil
- Mediana dos candidatosR$ 131,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 281,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Camionete nissan frontier 2007R$ 120,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Terreno rural trombudo centralR$ 87,7 milTerreno rural
- Terreno urbano com casa mista trombudo centralR$ 67,1 milTerreno
- Aplicaçao CDB banco brasilR$ 32,9 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Dinheiro especie moeda nacionalR$ 32,9 milDinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Nilson Vignolli - Nino declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 9,2 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Trombudo Central (SC) · PSD · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 8.58693%
- PessoasR$ 6507%
Para onde foi
- TransporteR$ 6.60471,5%
- Material impressoR$ 2.63228,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Trombudo Central (SC), 2012
Nilson Vignolli - Nino: R$ 90,6 por voto (mediana da disputa, R$ 44,2). Quem venceu, Edson Luiz Morais - Patrola, gastou R$ 23,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 129; o mais barato, R$ 23,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nilson Vignolli - Nino. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tiego PSDR$ 9,6 mil · 74 votosR$ 129
- Merica - Milton Silveira PLR$ 9,7 mil · 93 votosR$ 104
- Bombilio -Jose Dirceu Bombilio PSDR$ 13 mil · 130 votosR$ 99,9
- Nilson Vignolli - Nino PSDR$ 9,2 mil · 102 votosR$ 90,6
- Volney Haubert - Panela PSDR$ 10 mil · 190 votosR$ 53,2
- Fabio Machado - Fabinho PSDR$ 12 mil · 261 votosR$ 46,3
- Tania Bini Waltrick - Taninha PSDR$ 11 mil · 238 votosR$ 44,2
- Gilmar Maciel Dos Santos MDBR$ 11 mil · 244 votosR$ 44,1
- Lampiao - Lauri Floriano PSDR$ 8,2 mil · 196 votosR$ 41,8
- Marcio Almeida - Bicudo PLR$ 10 mil · 283 votosR$ 36,1
- Geovana Gessner MDBR$ 9,3 mil · 377 votosR$ 24,7
- Edson Luiz Morais - Patrola PSDR$ 9,7 mil · 419 votosR$ 23,1
Votos por real
- 2012, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.