Nino
Osvaldo Lima de Oliveira · nasceu em 1968
Nino se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSL (2008), PT (2012), PTB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, até o fundamental, vendedor pracista, representante, caixeiro-viajante e assemelhados, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Nino declarou R$ 40,6 mil em bens, em reais de hoje: 3,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 27,1 mil acima da inflação.
Declarou 3,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- NinoR$ 40,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Nino declarou ao TSE R$ 3,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Miguel Calmon (BA) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 60436,1%
- TransporteR$ 60135,9%
- ServiçosR$ 47028%
Quanto custou cada voto: vereador, Miguel Calmon (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 19,9 por voto. Quem venceu, Lucas De Dode, gastou R$ 13,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 50,5; o mais barato, R$ 13,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Anderson AGIRR$ 8 mil · 158 votosR$ 50,5
- Ricardo SOLIDARIEDADER$ 6,5 mil · 136 votosR$ 47,6
- Jaciene Timóteo PSCR$ 6,3 mil · 205 votosR$ 30,9
- Denilson Sampaio PTBR$ 6,8 mil · 228 votosR$ 29,9
- Fabian Eng.Agrônomo PTR$ 7,7 mil · 261 votosR$ 29,5
- Valdir Do Inchu PSDBR$ 11 mil · 455 votosR$ 23,8
- Ito De Nonô PSDR$ 6,9 mil · 345 votosR$ 19,9
- Alex Maia DEMR$ 8,4 mil · 433 votosR$ 19,5
- Moarcy Cruz PSBR$ 5,8 mil · 306 votosR$ 18,8
- Marcelo Moral PSDR$ 8,2 mil · 464 votosR$ 17,6
- Wanderley Cabeleireiro PTBR$ 8,7 mil · 612 votosR$ 14,3
- Lucas De Dode PSDR$ 6,9 mil · 529 votosR$ 13,1
Votos por real
- 2016, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 205 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 181 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.