Apuração
Deputado federal · 2010 · REPUBLICANOS

Nilton Servo

Nilton Cezar Servo · nasceu em 1955

Nilton Servo se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,03← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PDT2004PSB2006PSB2008REPUBLICANOS2010REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PDT (2002), PSB (2004–2006), REPUBLICANOS (2008–2010).

Dep. federalDep. estadualPrefeitoPartidoPDTPSBREPUBLICANOS20022004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2010, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2010: 55 anos, até o fundamental, administrador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado federal · Paraná
    REPUBLICANOS 1017· centro-direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2008
    REPUBLICANOS 10· centro-direita
    não eleito2.611 votos, 16,3%
  3. 2006
    Deputado federal · Mato Grosso do Sul
    PSB 4040· centro-esquerda· na urna, Nilton Cezar
    suplente14.851 votos; 20º mais votado de 70 no estado
  4. 2004
    Prefeito · Bonito (MS)
    PSB 40· centro-esquerda· na urna, Nilton Cezar
    não eleito1.220 votos, 11,0%
  5. 2002
    Deputado estadual · Paraná
    PDT 12555· centro-esquerda· na urna, Nilton Cezar Servo
    suplente12.010 votos; 105º mais votado de 434 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Nilton Servo teve 14.851 votos para deputado federal, 1,2% dos votos válidos do estado: 20º lugar entre 70 candidatos.

Recebeu votos em 73 cidades. Campo Grande deu 19,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,5%.

14.851 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 14.851 votos.
  1. Campo Grande (MS)2.896 votos19,5%
  2. Três Lagoas (MS)2.000 votos13,5%
  3. Bonito (MS)1.368 votos9,2%
  4. Aquidauana (MS)1.071 votos7,2%
  5. Naviraí (MS)929 votos6,3%
  6. Outras 58 cidades2.007 votos13,5%
As outras 1 eleições para deputado
12.010 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 12.010 votos.
  1. Nova Esperança (PR)4.623 votos38,5%
  2. Curitiba (PR)1.444 votos12%
  3. Barbosa Ferraz (PR)739 votos6,2%
  4. Maringá (PR)696 votos5,8%
  5. São José dos Pinhais (PR)435 votos3,6%
  6. Outras 163 cidades2.070 votos17,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Nilton Servo declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 6,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2006 e 2010, o total caiu R$ 1,8 mi, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 200 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,2 mi
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 490.000 na declaração)

Declarou 6,5 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Paraná em 2010.

  • Nilton ServoR$ 1,2 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 185,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 3 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,2 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Nilton Servo declarou ao TSE R$ 2,4 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 990 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 25 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Deputado federal · Paraná · REPUBLICANOS · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 4.569
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 48,5 mil
O maior gasto foi com material impresso: 74% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 48,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Eventos1 pessoas, não nomeadasR$ 2.4435%
  2. EscritórioR$ 320,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Paraná, 2010

Mediana da disputa: R$ 26,3 por voto. Quem venceu, Delegado Francischini, gastou R$ 11,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 201; o mais barato, R$ 11,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 8,1 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado federal: 29 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 2,4 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 12 votos por R$ 1.000, 11% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.