Nilson Vianna
João Leonilson Viana Pinheiro · nasceu em 1972
Nilson Vianna se candidatou em 2 eleições, de 2014 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PC do B.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 44 anos, ensino médio, cantor e compositor, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2016. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · Rio Grande do NortePC do B 65444· esquerdasuplente6.127 votos; 47º mais votado de 244 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Nilson Vianna teve 6.127 votos para deputado estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 47º lugar entre 244 candidatos.
Recebeu votos em 76 cidades. Apodi deu 40,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Nilson Vianna declarou R$ 108,9 mil em bens, em reais de hoje: 5,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2014 e 2016, o total caiu R$ 21,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2016.
- Nilson ViannaR$ 108,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 19,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 67,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Nilson Vianna declarou ao TSE R$ 91 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 64 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Mossoró (RN) · PC do B · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 21,1 mil78,4%
- PessoasR$ 5.82921,6%
Para onde foi
- TransporteR$ 14,3 mil52,9%
- Material impressoR$ 9.73536,1%
- ServiçosR$ 1.6196%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.2954,8%
- EscritórioR$ 400,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Mossoró (RN), 2016
Mediana da disputa: R$ 50,8 por voto. Quem venceu, João Gentil, gastou R$ 43,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 186; o mais barato, R$ 43,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Tassyo Mardonny PSDBR$ 166 mil · 891 votosR$ 186
- Chico Da Prefeitura PPR$ 87 mil · 1.081 votosR$ 80,1
- Tomaz Neto PDTR$ 100 mil · 1.321 votosR$ 75,4
- Ze Peixeiro AGIRR$ 186 mil · 2.802 votosR$ 66,3
- Isolda Dantas PTR$ 123 mil · 1.861 votosR$ 66
- Izabel Montenegro MDBR$ 125 mil · 2.465 votosR$ 50,8
- Genivan Vale PDTR$ 100 mil · 1.993 votosR$ 50,2
- Alex Moacir MDBR$ 108 mil · 2.291 votosR$ 47,2
- Jorio Nogueira PSDR$ 90 mil · 1.941 votosR$ 46,4
- Professor Francisco Carlos PPR$ 93 mil · 2.041 votosR$ 45,7
- João Gentil PVR$ 87 mil · 1.991 votosR$ 43,7
Votos por real
- 2016, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 95 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.