Apuração
Deputado federal · 2018 · PDT

Nilson Santos

Nilson José dos Santos · nasceu em 1971

Nilson Santos se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,02← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2006MDB2010MDB2012MDB2018PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2010.

Passou por 2 partidos: MDB (2004–2012), PDT (2018).

Dep. federalDep. estadualPrefeitoPartidoMDBPDT20042006200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2018: 46 anos, ensino médio, pecuarista, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · Mato Grosso
    PDT 1234· centro-esquerda
    candidatura não chegou à urna
  2. 2012
    Prefeito · Colíder (MT)
    MDB 15· centro-direita
    eleito11.689 votos, 66,8%
  3. 2010
    Deputado estadual · Mato Grosso
    MDB 15123· centro
    eleito24.638 votos; 13º mais votado de 226 no estado
  4. 2006
    Deputado estadual · Mato Grosso
    MDB 15123· centro
    suplente18.517 votos; 28º mais votado de 171 no estado
  5. 2004
    Prefeito · Colíder (MT)
    MDB 15· centro
    não eleito6.673 votos, 43,7%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Nilson Santos teve 24.638 votos para deputado estadual, 1,6% dos votos válidos do estado: 13º lugar entre 226 candidatos.

Recebeu votos em 99 cidades. Colíder deu 42,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 87,5%.

24.638 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 24.638 votos.
  1. Colíder (MT)10.510 votos42,7%
  2. Nova Canaã do Norte (MT)2.598 votos10,5%
  3. Matupá (MT)1.018 votos4,1%
  4. Marcelândia (MT)882 votos3,6%
  5. Cláudia (MT)851 votos3,5%
  6. Outras 84 cidades3.087 votos12,5%
As outras 1 eleições para deputado
18.517 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 18.517 votos.
  1. Colíder (MT)10.943 votos59,1%
  2. Nova Canaã do Norte (MT)2.794 votos15,1%
  3. Marcelândia (MT)921 votos5%
  4. Itaúba (MT)829 votos4,5%
  5. Nova Santa Helena (MT)733 votos4%
  6. Outras 70 cidades555 votos3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Nilson Santos declarou R$ 1,5 mi em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2006 e 2018, o total subiu R$ 1,2 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,5 mi
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 983.954 na declaração)

Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Mato Grosso em 2018.

  • Nilson SantosR$ 1,5 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 110 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 488,9 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,5 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. #Nulo#R$ 608,8 mil
    Terra nua
  2. #Nulo#R$ 235,6 mil
    Terra nua
  3. #Nulo#R$ 228,3 mil
    Terra nua
  4. #Nulo#R$ 190,2 mil
    Apartamento
  5. #Nulo#R$ 118,7 mil
    Terra nua
  6. #Nulo#R$ 70,1 mil
    Terra nua
  7. #Nulo#R$ 45,7 mil
    Terra nua

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Nilson Santos declarou ao TSE R$ 1,6 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 848 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 25 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado federal · Mato Grosso · PDT · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 3.016
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2018.

Quanto custou cada voto: deputado federal, Mato Grosso, 2018

Mediana da disputa: R$ 46,3 por voto. Quem venceu, Juarez Costa, gastou R$ 11,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 629; o mais barato, R$ 6,85.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 14 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 44 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 127 votos por R$ 1.000, 4,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.