Nilson Prado
Nilson Prado da Silva · nasceu em 1954
Nilson Prado se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PL (2004–2016), PDT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 66 anos, ensino médio, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Nilson Prado declarou R$ 157,7 mil em bens, em reais de hoje: 4,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 4,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2016.
- Nilson PradoR$ 157,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 158,1 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Um terreno urbano determinado pelo lote n. 04 da quadra N.15R$ 56,9 milTerreno
- Um terreno urbano determinado pelo lote N.18 da quadra N.08R$ 56,9 milTerreno
- Dinheiro em especia em poder do contribuinteR$ 43,9 milDinheiro em espécie
- Saldo em conta corrente junto ao banco do brasilR$ 73Conta corrente no país
- Saldo em caderneta de poupança ouro junto ao banco do brasilR$ 2Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Nilson Prado declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 4,9 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Fátima do Sul (MS) · PDT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.68965,5%
- Próprio bolsoR$ 1.41534,5%
Para onde foi
- PessoalR$ 1.41534,5%
- ServiçosR$ 1.41534,5%
- Material impressoR$ 1.27431%
Quanto custou cada voto: vereador, Fátima do Sul (MS), 2020
Mediana da disputa: R$ 39,3 por voto. Quem venceu, Michel Do Ceará, gastou R$ 15,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.359; o mais barato, R$ 15,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marilda Braga DEMR$ 7,1 mil · 3 votosR$ 2.359
- Edenildo Da Cohab DEMR$ 7,1 mil · 13 votosR$ 544
- Marta Enfermeira DEMR$ 7,1 mil · 13 votosR$ 544
- Luis Carlos MDBR$ 12 mil · 121 votosR$ 99,9
- Mestre Elias MDBR$ 15 mil · 170 votosR$ 85,7
- Chico Engenheiro PSDR$ 10 mil · 229 votosR$ 44
- Adriano Vassoura PDTR$ 7,8 mil · 199 votosR$ 39,3
- Nilsinho Construtor MDBR$ 12 mil · 377 votosR$ 31,3
- Diego Carcará PSDR$ 12 mil · 483 votosR$ 25,5
- Emerson PDTR$ 8,9 mil · 450 votosR$ 19,9
- Ronaldo Do Lanche DEMR$ 7,1 mil · 368 votosR$ 19,2
- Michel Do Ceará PDTR$ 7,1 mil · 460 votosR$ 15,4
Votos por real
- 2020, vereador: 79 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 141 votos por R$ 1.000, 5,9 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 110 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.