Apuração
Vereador · 2016 · PSDB

Nilson Becher

nasceu em 1961

Nilson Becher se candidatou em 2 eleições, de 2006 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PAN (2006), PSDB (2016).

Dep. estadualVereadorPartidoPANPSDB200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 54 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PSDB 45789· centro-direita
    suplente
  2. 2006
    Deputado estadual · Rondônia
    PAN 26666· sem classificação· na urna, Nilson Becker
    suplente659 votos; 178º mais votado de 365 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Nilson Becher teve 659 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 178º lugar entre 365 candidatos.

Recebeu votos em 13 cidades. Presidente Médici deu 88,8% deles.

659 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 659 votos.
  1. Presidente Médici (RO)585 votos88,8%
  2. Ji-Paraná (RO)19 votos2,9%
  3. Buritis (RO)11 votos1,7%
  4. Porto Velho (RO)9 votos1,4%
  5. Rolim de Moura (RO)7 votos1,1%
  6. Seringueiras (RO)1 voto0,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Nilson Becher declarou R$ 211,2 mil em bens, em reais de hoje: 3,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Rondônia. Entre 2006 e 2016, o total caiu R$ 385,2 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 211,2 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 130.000 na declaração)

Declarou 3,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Rondônia em 2016.

  • Nilson BecherR$ 211,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 61,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 152,7 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 211,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Nilson Becher declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 9,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Presidente Médici (RO) · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 3.478
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.478.
  1. Próprio bolsoR$ 2.34867,5%
  2. Outros candidatosR$ 64418,5%
  3. PessoasR$ 48614%

Para onde foi

R$ 3.394
O maior gasto foi com material impresso: 73% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.394.
  1. Material impressoR$ 2.46872,7%
  2. ServiçosR$ 48614,3%
  3. TransporteR$ 44013%

Quanto custou cada voto: vereador, Presidente Médici (RO), 2016

Mediana da disputa: R$ 61,8 por voto. Quem venceu, Todinha, gastou R$ 32,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 130; o mais barato, R$ 32,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 68 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.