Nilsinho Pacheco
Nilson Pacheco dos Santos · nasceu em 1959
Nilsinho Pacheco se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, até o fundamental, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Nilsinho Pacheco declarou R$ 357,4 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 190,3 mil acima da inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Nilsinho PachecoR$ 357,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 8 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Um apartamentoR$ 138,1 milApartamento
- Uma casa situada a rua belozziR$ 138,1 milCasa
- Um automovel GM celtaR$ 24,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um terreno urbano com area de 282 m²R$ 16,2 milTerreno
- Um terreno urbano com area de 250M²R$ 16,2 milTerreno
- Um automovel VW kombiR$ 9.748Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Automovel wv paratiR$ 9.748Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um automovel VW fuscaR$ 4.874Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Nilsinho Pacheco declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · São Tiago (MG) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.30394,2%
- PessoasR$ 815,8%
Para onde foi
- ServiçosR$ 76955,6%
- Material impressoR$ 38527,8%
- EscritórioR$ 14910,8%
- TransporteR$ 815,8%
Quanto custou cada voto: vereador, São Tiago (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 15,5 por voto. Quem venceu, Picão, gastou R$ 4,99 por voto. O voto mais caro custou R$ 33,8; o mais barato, R$ 4,99.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Eduarda Rabello DEMR$ 4,5 mil · 134 votosR$ 33,8
- Nem Do Marquinhos Do Odilon PRTBR$ 2,9 mil · 114 votosR$ 25,8
- Sirlei Da Farmácia PSBR$ 4,5 mil · 212 votosR$ 21,4
- Flúvio PSDBR$ 3,7 mil · 190 votosR$ 19,6
- Cristovão Do Enir DEMR$ 3,1 mil · 170 votosR$ 18,3
- Maraí Do Salão PSBR$ 1,7 mil · 108 votosR$ 16,1
- Rand PSBR$ 3,8 mil · 247 votosR$ 15,5
- Eduardo Martins PSDBR$ 2,9 mil · 207 votosR$ 13,8
- Vanderlei Cardoso PSBR$ 4,6 mil · 381 votosR$ 12
- Guaraci PSDBR$ 3,1 mil · 265 votosR$ 11,7
- João Bolero PRTBR$ 3 mil · 460 votosR$ 6,57
- Picão PSDBR$ 2,3 mil · 460 votosR$ 4,99
Votos por real
- 2016, vereador: 85 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.