Apuração
Vereador · 2020 · PDT

Nilsinho da Ponte

Nilson Martins Lang · nasceu em 1959

Nilsinho da Ponte se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPDT+0,36← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008DEM2012DEM2016DEM2020PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: DEM (2008–2016), PDT (2020).

VereadorPartidoDEMPDT2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PDT 12212· centro-esquerda
    suplente110 votos
  2. 2016
    DEM 25123· direita· na urna, Nilsinho Lang
    suplente179 votos
  3. 2012
    DEM 25123· direita· na urna, Nilsinho Lang
    suplente235 votos
  4. 2008
    DEM 25123· direita· na urna, Nilsinho Lang
    suplente259 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Nilsinho da Ponte declarou R$ 37,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 135,2 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 37,3 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 26.000 na declaração)

Declarou 65% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.

  • Nilsinho da PonteR$ 37,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 37,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Nilsinho da Ponte declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 7 mil, 1,6% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Bom Retiro do Sul (RS) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 1.460
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.460.
  1. Próprio bolsoR$ 84157,6%
  2. Outros candidatosR$ 61842,4%

Para onde foi

R$ 842
O maior gasto foi com serviços: 67% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 842.
  1. ServiçosR$ 56667,2%
  2. Material impressoR$ 24829,4%
  3. EscritórioR$ 283,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Bom Retiro do Sul (RS), 2020

Mediana da disputa: R$ 13,9 por voto. Quem venceu, João Pedro Pazuch, gastou R$ 8,22 por voto. O voto mais caro custou R$ 98,7; o mais barato, R$ 8,22.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 110 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 25 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 102 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.