Nilo da Claudia
Nilo Antonio Dias · nasceu em 1963
Nilo da Claudia se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PL (2004–2008), PSDB (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 53 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Nilo da Claudia declarou R$ 263,2 mil em bens, em reais de hoje: 9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 193,1 mil acima da inflação.
Declarou 9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Nilo da ClaudiaR$ 263,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Na rua castelo brancoR$ 211,2 milPrédio comercial
- Veiculo VW gol 2003R$ 24,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Saldo em poupança na caixa economica federalR$ 14,6 milCaderneta de poupança
- Dinheiro em especieR$ 13 milDinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Nilo da Claudia declarou ao TSE R$ 7,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 6,2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Luminárias (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.61990,1%
- Outros candidatosR$ 6159,9%
Para onde foi
- TransporteR$ 4.43771,3%
- Material impressoR$ 1.38022,2%
- ServiçosR$ 4056,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Luminárias (MG), 2016
Nilo Da Claudia: R$ 141 por voto (mediana da disputa, R$ 93,3). Quem venceu, Rodrigo Da Farmacia, gastou R$ 28,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 250; o mais barato, R$ 28,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nilo Da Claudia. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luzia Da D. Rosa PSLR$ 5,5 mil · 22 votosR$ 250
- Solange Do Roseni SOLIDARIEDADER$ 4,4 mil · 18 votosR$ 245
- Jose Antonio Pedreiro MDBR$ 8,5 mil · 37 votosR$ 229
- Nilo Da Claudia PSDBR$ 6,2 mil · 44 votosR$ 141
- Ademir Candido DEMR$ 3,2 mil · 24 votosR$ 134
- Zé Chuchu Da Trectur PSDBR$ 4,9 mil · 37 votosR$ 132
- Dailson Pereira PSDBR$ 7 mil · 75 votosR$ 93,3
- Toinho DEMR$ 9,4 mil · 167 votosR$ 56,1
- Chiquinho Do Zé Mané SOLIDARIEDADER$ 4,6 mil · 83 votosR$ 55
- Fernando Da Nica PSDBR$ 4,3 mil · 137 votosR$ 31,7
- Chico Bala SOLIDARIEDADER$ 6,7 mil · 213 votosR$ 31,6
- Rodrigo Da Farmacia MDBR$ 5,7 mil · 200 votosR$ 28,6
Votos por real
- 2016, vereador: 7,1 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 50 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereador: 100 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.