Nilma
Nilma Arcanjo de Paulo Lima · nasceu em 1969
Nilma se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleita em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2016.
Passou por 3 partidos: PTB (2008), PSB (2012), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, eleita.
Declarou ao TSE em 2016: 47 anos, superior completo, vendedor pracista, representante, caixeiro-viajante e assemelhados, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Nilma declarou R$ 6.499 em bens, em reais de hoje.
Declarou 22% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- NilmaR$ 6.499
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Nilma declarou ao TSE R$ 3,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 1,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Catas Altas (MG) · MDB · eleita
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Catas Altas (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 60,3 por voto. Quem venceu, Parreirinha, gastou R$ 24,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 315; o mais barato, R$ 24,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luiz Inacio Lulinha PDTR$ 3,1 mil · 10 votosR$ 315
- Patricia PROSR$ 8,7 mil · 49 votosR$ 178
- Pedro De Rosalino PSDBR$ 3,3 mil · 38 votosR$ 86,1
- Denilson Dentista CIDADANIAR$ 4,2 mil · 49 votosR$ 85,9
- Pitiu PTBR$ 5,2 mil · 64 votosR$ 81,8
- Xandoca PTBR$ 3,9 mil · 64 votosR$ 60,3
- Vanda Da Aprovart DEMR$ 5,1 mil · 85 votosR$ 60,3
- Belra PROSR$ 3,6 mil · 84 votosR$ 42,4
- Beto Vereador PTBR$ 3,6 mil · 85 votosR$ 41,9
- Simone Do Salão PDTR$ 4,9 mil · 136 votosR$ 36,1
- Ronaldo De Dona Inês PVR$ 4,7 mil · 137 votosR$ 34,6
- Parreirinha PVR$ 4,2 mil · 170 votosR$ 24,5
Votos por real
- 2016, vereadora: 63 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 44 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 81 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.