Niel Machado
Artoniel de Fátima Machado · nasceu em 1957
Niel Machado se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PODE (2006–2008), PSD (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 59 anos, ensino médio, sacerdote ou membro de ordem ou seita religiosa, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2006Deputado estadual · Minas GeraisPODE 19100· centro-direita· na urna, Pastor Nielsuplente1.973 votos; 374º mais votado de 852 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Niel Machado teve 1.973 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 374º lugar entre 852 candidatos.
Recebeu votos em 70 cidades. Belo Horizonte deu 76,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Niel Machado declarou R$ 48,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 70,8 mil, já descontada a inflação.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- Niel MachadoR$ 48,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Niel Machado declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 8,9 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Belo Horizonte (MG) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
- PessoalR$ 70343,9%
- Material impressoR$ 39724,8%
- EventosR$ 25916,2%
- TransporteR$ 24315,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Belo Horizonte (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 77,6 por voto. Quem venceu, Juliano Lopes, gastou R$ 46,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 161; o mais barato, R$ 46,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Claudio Sampaio PHSR$ 351 mil · 2.175 votosR$ 161
- Elaine Matozinhos PTBR$ 606 mil · 4.081 votosR$ 149
- Léo Burguês De Castro PSLR$ 516 mil · 3.519 votosR$ 147
- Petronio Matias MOBILIZAR$ 349 mil · 3.249 votosR$ 107
- Tarcísio Caixeta PC do BR$ 416 mil · 4.251 votosR$ 97,9
- Marcinho PATRIOTAR$ 466 mil · 5.554 votosR$ 84
- Gilson Reis PC do BR$ 483 mil · 6.223 votosR$ 77,6
- Pedro Patrus PTR$ 510 mil · 6.961 votosR$ 73,3
- Doorgal Andrada PSDR$ 435 mil · 7.227 votosR$ 60,2
- Wellington Magalhaes PODER$ 726 mil · 13.191 votosR$ 55
- Alvaro Damiao PSBR$ 576 mil · 10.869 votosR$ 53
- Juliano Lopes AGIRR$ 359 mil · 7.714 votosR$ 46,6
Votos por real
- 2016, vereador: 452 votos por R$ 1.000, 8,7 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 72 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 1.194 votos por R$ 1.000, 13 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.