Nicolas Cornelius
nasceu em 1998
Nicolas Cornelius se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 22 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Nicolas Cornelius declarou R$ 126,4 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 117,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Nicolas CorneliusR$ 126,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Nicolas Cornelius declarou ao TSE R$ 8,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,6 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Independência (RS) · PSB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.77189,6%
- Fundo eleitoralTudo de Partido Socialista BrasileiroR$ 1805,8%
- Outros candidatosR$ 1424,6%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoTudo de Nelson Adao Barros Pacheco 55985084000R$ 49524%
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 49524%
- TransporteR$ 35417,1%
- EscritórioR$ 824%
Quanto custou cada voto: vereador, Independência (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 41,3 por voto. Quem venceu, Chicão, gastou R$ 9,34 por voto. O voto mais caro custou R$ 664; o mais barato, R$ 9,34.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Caxias PDTR$ 8 mil · 12 votosR$ 664
- Luana Percoski PDTR$ 4,7 mil · 45 votosR$ 105
- Lidia Dall Agnese PTR$ 3,5 mil · 36 votosR$ 98,6
- Solange Scharb PTBR$ 4,1 mil · 49 votosR$ 84,4
- Paim PDTR$ 5,4 mil · 109 votosR$ 49,5
- Soneca PTBR$ 5,2 mil · 126 votosR$ 41,3
- Cenedese PTBR$ 4,1 mil · 106 votosR$ 38,9
- Lila PTBR$ 6,8 mil · 184 votosR$ 37
- Derli Bikoski PTBR$ 3,2 mil · 179 votosR$ 17,8
- Henrique Szareski PTBR$ 4,5 mil · 319 votosR$ 14,1
- Chicão PTBR$ 3,4 mil · 364 votosR$ 9,34
Votos por real
- 2020, vereador: 142 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.