Nicodemos
José Nicodemos da Silva Oliveira · nasceu em 1981
Nicodemos se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: REPUBLICANOS (2008), PTB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 31 anos, ensino médio, produtor agropecuário. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Nicodemos declarou R$ 28,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 602,8 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Nicodemos declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Macuco (RJ) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.17083,5%
- Outros candidatosR$ 23216,5%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.08377,3%
- Material impressoR$ 31822,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Macuco (RJ), 2012
Mediana da disputa: R$ 38,2 por voto. Quem venceu, Alan Joi, gastou R$ 17,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 157; o mais barato, R$ 17,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vinicius Daflon Amendoim PDTR$ 6,9 mil · 44 votosR$ 157
- Luiz Lannes MDBR$ 4,4 mil · 56 votosR$ 79
- Joãozinho PPR$ 6,3 mil · 99 votosR$ 63,2
- Michelle Bianchini PTBR$ 17 mil · 344 votosR$ 48
- Douglas Espindola PSCR$ 7,7 mil · 163 votosR$ 47,2
- Cássio Daflon PDTR$ 13 mil · 308 votosR$ 42,8
- João Batista MOBILIZAR$ 4,6 mil · 120 votosR$ 38,2
- Diogo Latini MDBR$ 6,6 mil · 207 votosR$ 31,9
- Marquinho Da Obra PSDR$ 6,9 mil · 220 votosR$ 31,5
- Frank PSDR$ 9,8 mil · 400 votosR$ 24,4
- Julio Badini REPUBLICANOSR$ 5,9 mil · 333 votosR$ 17,8
- Alan Joi PSBR$ 6,5 mil · 371 votosR$ 17,6
Votos por real
- 2012, vereador: 92 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.