Apuração
Vereador · 2008 · PP

Nico do Posto

Antonio Manoel Patricio Neto · nasceu em 1957

Nico do Posto disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Sangão (SC)), pelo PP: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,67← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPP2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 51 anos, até o fundamental, administrador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Sangão (SC)
    PP 11115· direita
    eleito328 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Nico do Posto declarou R$ 957,2 mil em bens, em reais de hoje: 6,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.

R$ 957,2 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 355.000 na declaração)

Declarou 6,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.

  • Nico do PostoR$ 957,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 957,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Casa de alvenaria moradaR$ 404,5 mil
    Imóveis
  2. Terreno rural 20HE em sangãoR$ 269,6 mil
    Bens rurais e animais
  3. Casa de praia em campo bomR$ 134,8 mil
    Imóveis
  4. Astra 2004R$ 107,9 mil
    Outros
  5. Fiesta 2000R$ 40,4 mil
    Outros

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Nico do Posto declarou ao TSE R$ 3,4 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Sangão (SC) · PP · eleito

De onde veio

R$ 3.371
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 3.371
O maior gasto foi com material impresso: 73% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.371. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Posto TrevinhoR$ 71221,1%
  2. EscritórioTudo de Encargos Financeiros E Taxas BancáriasR$ 1855,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Sangão (SC), 2008

Mediana da disputa: R$ 33,3 por voto. Quem venceu, Rinaldo, gastou R$ 16,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 152; o mais barato, R$ 16,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Ademir PSDBR$ 6,5 mil · 43 votosR$ 152
  • Moreno PSDBR$ 5,6 mil · 39 votosR$ 145
  • Djalma MDBR$ 6,9 mil · 98 votosR$ 70,1
  • Denis MDBR$ 9,2 mil · 186 votosR$ 49,6
  • Janete MDBR$ 13 mil · 266 votosR$ 47,1
  • Nano MDBR$ 9,2 mil · 222 votosR$ 41,3
  • Alecio PSDBR$ 8,8 mil · 264 votosR$ 33,3
  • Jaison MDBR$ 10 mil · 333 votosR$ 31,3
  • Donato PSDBR$ 5,9 mil · 194 votosR$ 30,3
  • Rodnei MDBR$ 6,3 mil · 308 votosR$ 20,5
  • Dalmir MDBR$ 6,5 mil · 322 votosR$ 20,1
  • Rinaldo MDBR$ 6,9 mil · 413 votosR$ 16,7

Votos por real

  • 2008, vereador: 97 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.