Nicanor Sobrosa
Joao Nicanor Prestes Sobrosa · nasceu em 1943
Nicanor Sobrosa se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PP (2004–2006), REPUBLICANOS (2012), PP (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 73 anos, superior completo, biólogo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2006Deputado estadual · Rio Grande do SulPP 11666· direitasuplente8.842 votos; 176º mais votado de 486 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Nicanor Sobrosa teve 8.842 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 176º lugar entre 486 candidatos.
Recebeu votos em 102 cidades. Alegrete deu 84,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Nicanor Sobrosa declarou R$ 422,4 mil em bens, em reais de hoje: 5,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2006 e 2016, o total subiu R$ 213,7 mil acima da inflação.
Declarou 5,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Nicanor SobrosaR$ 422,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Nicanor Sobrosa declarou ao TSE R$ 226 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 128 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Alegrete (RS) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 9.71593,8%
- PessoasR$ 6486,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 5.55753,6%
- TransporteR$ 1.83517,7%
- EscritórioR$ 1.37613,3%
- ServiçosR$ 1.12510,9%
- EventosR$ 4704,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Alegrete (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 43,3 por voto. Quem venceu, Rudi Pinto, gastou R$ 20,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 134; o mais barato, R$ 20,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cleber Battanoli SOLIDARIEDADER$ 28 mil · 205 votosR$ 134
- Alaerte Cortelini PTR$ 26 mil · 339 votosR$ 75,3
- Paulo Salbego PPR$ 62 mil · 831 votosR$ 74,7
- Anilton Oliveira PTR$ 62 mil · 1.228 votosR$ 50,8
- Paulo Berquó PTR$ 35 mil · 767 votosR$ 46,1
- Doutora Nivia MDBR$ 49 mil · 1.075 votosR$ 46
- Mirian Suhre PPR$ 42 mil · 964 votosR$ 43,3
- Róger Severo PPR$ 38 mil · 876 votosR$ 43,2
- Maria Do Horto PTR$ 64 mil · 1.625 votosR$ 39,7
- Leoni Caldeira PPR$ 29 mil · 1.182 votosR$ 24,4
- Bolsson PPR$ 33 mil · 1.366 votosR$ 24,3
- Rudi Pinto PDTR$ 36 mil · 1.715 votosR$ 20,8
Votos por real
- 2016, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 36 votos por R$ 1.000, 9% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 115 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 150 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.