Nicanor Ao Seu Dispor
Nicanor Lino da Silva · nasceu em 1952
Nicanor Ao Seu Dispor se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PSB (2004–2010), AVANTE (2012), PP (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2010Deputado federal · Rio de JaneiroPSB 4012· centro-esquerdasuplente1.805 votos; 303º mais votado de 751 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Nicanor Ao Seu Dispor teve 1.805 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 303º lugar entre 751 candidatos.
Recebeu votos em 56 cidades. Aperibé deu 41,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Nicanor Ao Seu Dispor declarou R$ 167,3 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Nicanor Ao Seu Dispor declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 4,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Aperibé (RJ) · PP · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- PessoasR$ 1.61971,6%
- Próprio bolsoR$ 64128,4%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.55471,6%
- ServiçosR$ 32414,9%
- Material impressoR$ 29313,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Aperibé (RJ), 2016
Mediana da disputa: R$ 19,7 por voto. Quem venceu, Genilson Faria (Gena), gastou R$ 6,46 por voto. O voto mais caro custou R$ 237; o mais barato, R$ 6,46.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bulachão PPR$ 3,1 mil · 13 votosR$ 237
- Zé Da Farmácia CIDADANIAR$ 4,7 mil · 155 votosR$ 30,2
- Jairo Da Maria Das Dores PPR$ 7,4 mil · 275 votosR$ 26,8
- Elias Banca PDTR$ 2,6 mil · 99 votosR$ 26,2
- Daniel Fagundes PPR$ 4,8 mil · 229 votosR$ 21,2
- João Da Máquina MDBR$ 7,8 mil · 372 votosR$ 21
- Virley Figueira PPR$ 6,9 mil · 351 votosR$ 19,7
- Alexandre Sardinha SOLIDARIEDADER$ 9,2 mil · 487 votosR$ 19
- Célio Sabiá MDBR$ 2,3 mil · 259 votosR$ 8,83
- Rodolfo Da Piscina PLR$ 3,7 mil · 437 votosR$ 8,43
- Almir Lanes MDBR$ 3,7 mil · 472 votosR$ 7,77
- Genilson Faria (Gena) PDTR$ 2,3 mil · 358 votosR$ 6,46
Votos por real
- 2012, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 366 votos por R$ 1.000, 4,4 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 87 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereador: 231 votos por R$ 1.000, 5,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.