Apuração
Vereador · 2012 · PSL

Nicacio

Nicacio Martins de Oliveira · nasceu em 1954

Nicacio se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSL+0,55← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2012PSL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: DEM (2004), PSL (2012).

VereadorPartidoDEMPSL20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 57 anos, ensino médio, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Pombal (PB)
    PSL 17123· direita
    suplente353 votos
  2. 2004
    Vereador · Pombal (PB)
    DEM 25444· direita· na urna, Nicacio Martins
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Nicacio declarou R$ 339,6 mil em bens, em reais de hoje: 52 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba.

R$ 339,6 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 155.000 na declaração)

Declarou 52 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2012.

  • NicacioR$ 339,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 6.574
  • Mediana dos eleitosR$ 54,8 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 339,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Nicacio declarou ao TSE R$ 6,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 4,5 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Pombal (PB) · PSL · suplente

De onde veio

R$ 4.549
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.549.
  1. Próprio bolsoR$ 3.24971,4%
  2. EmpresasR$ 1.30028,6%

Para onde foi

R$ 4.549
O maior gasto foi com material impresso: 71% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.549.
  1. Material impressoR$ 3.22771%
  2. TransporteR$ 1.30028,6%
  3. EscritórioR$ 220,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Pombal (PB), 2012

Mediana da disputa: R$ 12,3 por voto. Quem venceu, Marcos Bandeira, gastou R$ 4,17 por voto. O voto mais caro custou R$ 987; o mais barato, R$ 4,17.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 78 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 190 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.