Apuração
Vereador · 2008 · MDB

Ney Navarro

nasceu em 1940

Ney Navarro se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002MDB2004MDB2006MDB2008MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo MDB.

Dep. federalVereadorPartidoMDB2002200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2008: 68 anos, até o fundamental, taxista. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Porto Alegre (RS)
    MDB 15674· centro
    candidatura não chegou à urna
  2. 2006
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    MDB 1567· centro
    suplente358 votos; 259º mais votado de 279 no estado
  3. 2004
    Vereador · Porto Alegre (RS)
    MDB 15674· centro
    suplente
  4. 2002
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    MDB 1567· centro
    suplente669 votos; 177º mais votado de 197 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Ney Navarro teve 358 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 259º lugar entre 279 candidatos.

Recebeu votos em 69 cidades. Porto Alegre deu 58,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 81,6%.

358 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 358 votos.
  1. Porto Alegre (RS)210 votos58,7%
  2. Viamão (RS)20 votos5,6%
  3. Canoas (RS)12 votos3,4%
  4. Arroio dos Ratos (RS)8 votos2,2%
  5. Bagé (RS)5 votos1,4%
  6. Outras 54 cidades66 votos18,4%
As outras 1 eleições para deputado
669 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 669 votos.
  1. Porto Alegre (RS)253 votos37,8%
  2. Itaqui (RS)178 votos26,6%
  3. Cacequi (RS)13 votos1,9%
  4. São Luiz Gonzaga (RS)13 votos1,9%
  5. Viamão (RS)13 votos1,9%
  6. Outras 66 cidades116 votos17,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Ney Navarro declarou R$ 20,2 mil em bens, em reais de hoje.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 20,2 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 7.500 na declaração)

Declarou 19% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.

  • Ney NavarroR$ 20,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 20,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Ney Navarro declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 14 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Porto Alegre (RS) · MDB · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 538
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 538.
  1. Próprio bolsoR$ 27050,2%
  2. PessoasR$ 26849,8%

Para onde foi

R$ 538
O maior gasto foi com material impresso: 92% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 538.
  1. Material impressoR$ 49592%
  2. EscritórioR$ 438%

Quanto custou cada voto: vereador, Porto Alegre (RS), 2008

Mediana da disputa: R$ 57,4 por voto. Quem venceu, Maurício Dziedricki, gastou R$ 33,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 99,4; o mais barato, R$ 33,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado federal: 25 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 169 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.