Ney Navarro
nasceu em 1940
Ney Navarro se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2008: 68 anos, até o fundamental, taxista. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado federal · Rio Grande do SulMDB 1567· centrosuplente358 votos; 259º mais votado de 279 no estado
- 2004
- 2002Deputado federal · Rio Grande do SulMDB 1567· centrosuplente669 votos; 177º mais votado de 197 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Ney Navarro teve 358 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 259º lugar entre 279 candidatos.
Recebeu votos em 69 cidades. Porto Alegre deu 58,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 81,6%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Ney Navarro declarou R$ 20,2 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 19% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.
- Ney NavarroR$ 20,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Ney Navarro declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Porto Alegre (RS) · MDB · candidatura não chegou à urna
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 27050,2%
- PessoasR$ 26849,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 49592%
- EscritórioR$ 438%
Quanto custou cada voto: vereador, Porto Alegre (RS), 2008
Mediana da disputa: R$ 57,4 por voto. Quem venceu, Maurício Dziedricki, gastou R$ 33,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 99,4; o mais barato, R$ 33,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Toni Proença CIDADANIAR$ 376 mil · 3.788 votosR$ 99,4
- Neuza Canabarro PDTR$ 361 mil · 3.827 votosR$ 94,3
- Todeschini PTR$ 506 mil · 6.681 votosR$ 75,7
- Juliana Brizola PDTR$ 655 mil · 9.247 votosR$ 70,8
- Kevin Krieger PPR$ 421 mil · 5.969 votosR$ 70,5
- Sebastião Melo MDBR$ 694 mil · 10.857 votosR$ 63,9
- Bernardino Vendruscolo MDBR$ 371 mil · 6.463 votosR$ 57,4
- Mauro Zacher PDTR$ 369 mil · 7.565 votosR$ 48,8
- Adeli Sell PTR$ 361 mil · 7.406 votosR$ 48,7
- Tessaro PTBR$ 375 mil · 7.881 votosR$ 47,6
- Beto Moesch PPR$ 394 mil · 9.554 votosR$ 41,3
- Maurício Dziedricki PTBR$ 512 mil · 15.454 votosR$ 33,1
Votos por real
- 2006, deputado federal: 25 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 169 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.