Professor Ney
Ney Barbosa das Chagas · nasceu em 1968
Professor Ney se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: PC do B (2004–2012), PROS (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, superior completo, servidor público estadual, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Professor Ney declarou R$ 97,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 65,1 mil acima da inflação.
Mais da metade (52%) dos candidatos a vereador no Amazonas não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Professor Ney declarou ao TSE R$ 31 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 20 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Anamã (AM) · PROS · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.23854,1%
- PessoasR$ 1.61927%
- PartidoR$ 1.13018,9%
Para onde foi
- TransporteR$ 4.21070,3%
- ServiçosR$ 1.08018%
- Material impressoR$ 5369%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1622,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Anamã (AM), 2016
Mediana da disputa: R$ 75,1 por voto. Quem venceu, Jane Menezes, gastou R$ 36,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 106; o mais barato, R$ 36,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Wanda MDBR$ 11 mil · 104 votosR$ 106
- Dinah Mady MDBR$ 12 mil · 127 votosR$ 98,3
- Campeão MDBR$ 15 mil · 154 votosR$ 97,4
- Toco Cordeiro MDBR$ 16 mil · 183 votosR$ 89,9
- Vilsomar Veras MDBR$ 13 mil · 164 votosR$ 81
- Chiquinho MOBILIZAR$ 16 mil · 204 votosR$ 77,4
- Júnior Lopes MDBR$ 14 mil · 184 votosR$ 75,1
- Sarquis Bastos PLR$ 14 mil · 190 votosR$ 74,5
- Ocindo Martins PATRIOTAR$ 17 mil · 227 votosR$ 74,3
- Juscelino Bastos PSCR$ 14 mil · 254 votosR$ 55,6
- Chico Do Belo MOBILIZAR$ 13 mil · 280 votosR$ 47
- Jane Menezes PTBR$ 14 mil · 393 votosR$ 36,3
Votos por real
- 2016, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 25 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.