Ney do Miltão
José Claudinei Rabelo Martins · nasceu em 1982
Ney do Miltão se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Passou por 3 partidos: MOBILIZA (2004–2008), PSD (2012–2014), REPUBLICANOS (2016), PSD (2020), REPUBLICANOS (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 42 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Senador Guiomard (AC)REPUBLICANOS 11· direitaNa chapa de Rosana Gomeschapa eleita9.592 votos da chapa, 62,4%
- 2020Vice-prefeito · Senador Guiomard (AC)PSD 11· direitaNa chapa de Rosana Gomeschapa eleita4.428 votos da chapa, 32,5%
- 2016
- 2014
- 2012
- 2008Vereador · Senador Guiomard (AC)MOBILIZA 33333· centro-direita· na urna, Ney do Miltaoeleito398 votos
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Ney do Miltão teve 2.266 votos para deputado estadual, 0,6% dos votos válidos do estado: 53º lugar entre 497 candidatos.
Recebeu votos em 17 cidades. Senador Guiomard deu 81,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Ney do Miltão declarou R$ 10,8 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 20% da mediana dos candidatos a vereador no Acre em 2008.
- Ney do MiltãoR$ 10,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 105,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Ney do Miltão declarou ao TSE R$ 133 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 80 mil, 92% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Senador Guiomard (AC) · REPUBLICANOS · não eleito
De onde veio
- Fundo partidárioTudo de Comissao Executiva Provisoria Regional Do Partido Republicano BrasileiroR$ 73 mil91,6%
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 6.7208,4%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Comissao Executiva Provisoria Regional Do Partido Republicano BrasileiroR$ 40,6 mil50,9%
- OutrosTudo de S Martins De Souza Feitosa - MeR$ 7.8879,9%
- EscritórioR$ 3.2584,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.4293%
Quanto custou cada voto: prefeito, Senador Guiomard (AC), 2016
Ney Do Miltão: R$ 40 por voto (mediana da disputa, R$ 40). Quem venceu, Andre Maia, gastou R$ 38,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 70,5; o mais barato, R$ 38,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ney Do Miltão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Branca Menezes PSDBR$ 294 mil · 4.163 votosR$ 70,5
- Jorge Catalan PPR$ 199 mil · 3.313 votosR$ 59,9
- Ney Do Miltão REPUBLICANOSR$ 80 mil · 1.993 votosR$ 40
- Andre Maia PSDR$ 176 mil · 4.533 votosR$ 38,8
Votos por real
- 2016, prefeito: 25 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 298 votos por R$ 1.000, 17 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.