Ney
Claudisney Gouveia Lara · nasceu em 1967
Ney se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSD (2002), PP (2004–2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 40 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Mato GrossoPSD 41123· direitanão eleito1.195 votos; 110º mais votado de 240 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Ney teve 1.195 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 110º lugar entre 240 candidatos.
Recebeu votos em 39 cidades. Alto Garças deu 43,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Ney declarou R$ 204,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso.
Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2008.
- NeyR$ 204,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 99,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 169,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Socio de empresa LTDAR$ 53,9 milEmpresas e participações
- 01 Automovel gol ano 2000R$ 51,2 milVeículos, barcos e aeronaves
- 01 Automovel saveiro ano 1999R$ 45,8 milVeículos, barcos e aeronaves
- Titular de empresa individualR$ 27 milEmpresas e participações
- 01 Automovel fiurino ano 1993R$ 27 milVeículos, barcos e aeronaves
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Ney declarou ao TSE R$ 185 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 160 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Alto Garças (MT) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.83770,8%
- Outros candidatosR$ 2.41029,2%
Para onde foi
- OutrosR$ 4.55255,2%
- Material impressoR$ 3.69544,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Alto Garças (MT), 2008
Mediana da disputa: R$ 111 por voto. Quem venceu, Joao Rosa, gastou R$ 26,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 987; o mais barato, R$ 26,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Vandete Correia DEMR$ 29 mil · 29 votosR$ 987
- Sú DEMR$ 23 mil · 42 votosR$ 556
- Vandim DEMR$ 26 mil · 110 votosR$ 240
- Marolli DEMR$ 26 mil · 177 votosR$ 150
- Antônio Severiano DEMR$ 25 mil · 171 votosR$ 146
- Farias DEMR$ 27 mil · 247 votosR$ 111
- Tiana DEMR$ 30 mil · 304 votosR$ 97,8
- Martins DEMR$ 22 mil · 238 votosR$ 92,6
- Badú DEMR$ 25 mil · 487 votosR$ 50,7
- Joao Rosa PLR$ 11 mil · 407 votosR$ 26,1
Votos por real
- 2008, vereador: 7,8 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 7,5 votos por R$ 1.000, 28% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.