Neuzinha
Neuza Monteiro de Velasco · nasceu em 1961
Neuzinha se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2012.
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, não eleita.
Declarou ao TSE em 2016: 54 anos, superior incompleto, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Neuzinha declarou R$ 289,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 61,3 mil acima da inflação.
Mais da metade (52%) dos candidatos a vereador no Amapá não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Neuzinha declarou ao TSE R$ 208 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 156 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Macapá (AP) · PSB · não eleita
De onde veio
- PessoasR$ 18,1 mil56,5%
- Fundo partidárioR$ 8.58226,8%
- Próprio bolsoR$ 5.34316,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 24,9 mil77,9%
- TransporteR$ 6.31519,8%
- ServiçosR$ 6482%
- EscritórioR$ 1040,3%
Quanto custou cada voto: vereadora, Macapá (AP), 2016
Mediana da disputa: R$ 32,7 por voto. Quem venceu, Claudio, gastou R$ 21 por voto. O voto mais caro custou R$ 68,8; o mais barato, R$ 21.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Yuri Pelaes MDBR$ 215 mil · 3.128 votosR$ 68,8
- Eddy Clay PROSR$ 125 mil · 2.122 votosR$ 59,1
- Magno Costa PSDR$ 94 mil · 2.045 votosR$ 46,1
- Maraina Martins PLR$ 215 mil · 4.707 votosR$ 45,7
- Jorielson PRPR$ 112 mil · 2.548 votosR$ 44
- Lucas DEMR$ 127 mil · 3.428 votosR$ 37
- Acácio Favacho PROSR$ 186 mil · 5.700 votosR$ 32,7
- Japão PDTR$ 86 mil · 2.749 votosR$ 31,2
- Caetano Bentes PSCR$ 121 mil · 4.322 votosR$ 28,1
- Marcelo Dias CIDADANIAR$ 84 mil · 3.110 votosR$ 26,9
- Pastor Didio PRPR$ 89 mil · 3.813 votosR$ 23,4
- Claudio PDTR$ 122 mil · 5.814 votosR$ 21
Votos por real
- 2016, vereadora: 28 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 23 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 44 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.