Nezinho
Manoel Pinheiro de Andrade · nasceu em 1973
Nezinho se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 4.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2016 e 2020.
Passou por 2 partidos: MDB (2004–2016), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 47 anos, ensino médio, pecuarista, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Nezinho declarou R$ 189,6 mil em bens, em reais de hoje: 6,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 577,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 6,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2020.
- NezinhoR$ 189,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 27,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Uma Camioneta/FORD F1000 Turbo XLR$ 64,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um terreno Urbano n. 04R$ 57,5 milTerreno
- Saldo em Conta CorrenteR$ 19,4 milConta corrente no país
- Saldo em conta corrente junto ao Banco do BrasilR$ 19,4 milConta corrente no país
- Reboque Marca R/Beirario CR 500R$ 14,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Capital Social de Empresa Manoel Pinheiro de AndradeR$ 14,4 milOutras participações societárias
- saldo em poupançaR$ 4Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Nezinho declarou ao TSE R$ 39 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 20 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Jateí (MS) · PSDB · eleito
De onde veio
Para onde foi
- Pessoal3 pessoas, não nomeadasR$ 2.12360,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Jateí (MS), 2020
Nezinho: R$ 18,9 por voto (mediana da disputa, R$ 19,2). Quem venceu, Tiquinho, gastou R$ 1,57 por voto. O voto mais caro custou R$ 236; o mais barato, R$ 1,57.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nezinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nair PSDBR$ 3,5 mil · 15 votosR$ 236
- Katiusce Medeiros PSDBR$ 7,8 mil · 125 votosR$ 62,3
- Julia PSDBR$ 5,3 mil · 153 votosR$ 34,7
- Rosangela Dias PSDBR$ 3,5 mil · 117 votosR$ 30,2
- João Granjeira PSDBR$ 3,5 mil · 165 votosR$ 21,4
- Fernando Do Zezinho Da Borrach PSDBR$ 3,5 mil · 176 votosR$ 20,1
- Suzi Manfré PSDBR$ 3,5 mil · 184 votosR$ 19,2
- Nezinho PSDBR$ 3,5 mil · 186 votosR$ 18,9
- Edison Paz PSDBR$ 3,5 mil · 242 votosR$ 14,6
- Robinho PSDBR$ 2,9 mil · 282 votosR$ 10,3
- Jeovani PSDBR$ 637 · 269 votosR$ 2,37
- Tiquinho PSDBR$ 425 · 270 votosR$ 1,57
Votos por real
- 2020, vereador: 53 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 7,4 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 26 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.