Apuração
Deputado federal · 2006 · DEM

Nery Franco

Nery Alberto Dominguez Franco · nasceu em 1963

Nery Franco disputou uma eleição, em 2006, para deputado federal (Rio Grande do Sul), pelo DEM: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,73← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoDEM2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 43 anos, superior completo, professor e instrutor de formação profissional. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    DEM 2526· direita
    suplente1.305 votos; 200º mais votado de 279 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Nery Franco teve 1.305 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 200º lugar entre 279 candidatos.

Recebeu votos em 103 cidades. Santo Ângelo deu 53,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 84,6%.

1.305 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.305 votos.
  1. Santo Ângelo (RS)695 votos53,3%
  2. Independência (RS)72 votos5,5%
  3. Três de Maio (RS)63 votos4,8%
  4. Panambi (RS)43 votos3,3%
  5. Porto Alegre (RS)42 votos3,2%
  6. Outras 88 cidades201 votos15,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Nery Franco declarou R$ 271,4 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 271,4 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 91.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul em 2006.

  • Nery FrancoR$ 271,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 301,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 271,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Nery Franco declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado federal · Rio Grande do Sul · DEM · suplente

De onde veio

R$ 14,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,1 mil.
  1. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 8.18758%
  2. Próprio bolsoR$ 5.93242%

Para onde foi

R$ 12,9 mil
O maior gasto foi com material impresso: 64% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 1901,5%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio Grande do Sul, 2006

Mediana da disputa: R$ 13 por voto. Quem venceu, Manuela, gastou R$ 3,92 por voto. O voto mais caro custou R$ 55,2; o mais barato, R$ 3,92.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado federal: 101 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.