Nequinho
Luís Flávio da Cruz · nasceu em 1985
Nequinho se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2016 e 2020.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 35 anos, ensino médio, trabalhador metalúrgico e siderúrgico, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Nequinho declarou R$ 31,8 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- NequinhoR$ 31,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Nequinho declarou ao TSE R$ 1,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 592.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Jesuânia (MG) · DEM · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Jesuânia (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 37,5 por voto. Quem venceu, Juliano Freitas, gastou R$ 5,44 por voto. O voto mais caro custou R$ 182; o mais barato, R$ 5,44.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Natali Nati CIDADANIAR$ 2,5 mil · 14 votosR$ 182
- Rick Da Renatinha Jardim CIDADANIAR$ 8,5 mil · 73 votosR$ 117
- Arnaldo Da Santa Cruz CIDADANIAR$ 6 mil · 61 votosR$ 97,8
- Danielzinho CIDADANIAR$ 3,8 mil · 55 votosR$ 69,5
- Bernadete Enfermeira CIDADANIAR$ 425 · 7 votosR$ 60,7
- Ezequiel Do Bananal CIDADANIAR$ 2,1 mil · 47 votosR$ 45,2
- Adilho Da Vidraçaria CIDADANIAR$ 1,3 mil · 34 votosR$ 37,5
- Dario Da Lavrinha CIDADANIAR$ 2,5 mil · 121 votosR$ 21,1
- Paulo Otávio DEMR$ 307 · 23 votosR$ 13,4
- Renata Da Barrocada DEMR$ 760 · 82 votosR$ 9,27
- Silvano Mendes DEMR$ 307 · 44 votosR$ 6,98
- Juliano Freitas PTBR$ 708 · 130 votosR$ 5,44
Votos por real
- 2020, vereador: 139 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 108 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 79 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 119 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.