Neno
Antonio João da Silva · nasceu em 1946
Neno se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 62 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Neno declarou R$ 436,8 mil em bens, em reais de hoje: 9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- NenoR$ 436,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Neno declarou ao TSE R$ 662 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 381.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Monte Alegre do Sul (SP) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Monte Alegre do Sul (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 59,4 por voto. Quem venceu, Amarildo Ortiz, gastou R$ 18,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 281; o mais barato, R$ 18,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcão PSCR$ 12 mil · 41 votosR$ 281
- Joel Bernardo MDBR$ 4,9 mil · 23 votosR$ 213
- Kaloy PSDBR$ 11 mil · 66 votosR$ 171
- Luizinho Lixandrão MDBR$ 9,5 mil · 75 votosR$ 126
- Dirceu Gritti PDTR$ 3,1 mil · 26 votosR$ 118
- Ricardo Guilherme PTBR$ 4 mil · 49 votosR$ 82
- Milton Guarizo PDTR$ 4,4 mil · 74 votosR$ 59,4
- Du Jacaré PTBR$ 5,1 mil · 97 votosR$ 52,4
- Edson Rodrigo PVR$ 5,2 mil · 149 votosR$ 34,7
- Laerte Rodrigues PTBR$ 3,2 mil · 107 votosR$ 29,9
- Rafa PTR$ 3 mil · 105 votosR$ 28,5
- Amarildo Ortiz PPR$ 3,1 mil · 168 votosR$ 18,3
Votos por real
- 2008, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 124 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.