Nene Marangoni
Sebastião Marangoni · nasceu em 1956
Nene Marangoni se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 56 anos, até o fundamental, servidor público municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Nene Marangoni declarou R$ 431,7 mil em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Nene MarangoniR$ 431,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Nene Marangoni declarou ao TSE R$ 456 em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Planalto (SP) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 35878,6%
- EscritórioR$ 8518,6%
- Material impressoR$ 132,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Planalto (SP), 2004
Mediana da disputa: R$ 6,84 por voto. Quem venceu, Meire, gastou R$ 3,04 por voto. O voto mais caro custou R$ 31,2; o mais barato, R$ 3,04.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Célio Bazan PTR$ 1,4 mil · 46 votosR$ 31,2
- Clayton PTBR$ 2,3 mil · 92 votosR$ 24,8
- Pinhézinho DEMR$ 3,3 mil · 182 votosR$ 17,9
- Walter Oliveira Menandro PTR$ 977 · 60 votosR$ 16,3
- Zézinho DEMR$ 489 · 56 votosR$ 8,73
- Benedito Moreira PSDBR$ 977 · 116 votosR$ 8,43
- Betão DEMR$ 684 · 100 votosR$ 6,84
- Adilson Olaria Da Providência MDBR$ 652 · 106 votosR$ 6,15
- Gerson Da Bicicletaria PTBR$ 492 · 84 votosR$ 5,86
- Wilson Cividanes PSDBR$ 850 · 153 votosR$ 5,56
- Cema DEMR$ 489 · 111 votosR$ 4,40
- Meire DEMR$ 489 · 161 votosR$ 3,04
Votos por real
- 2004, vereador: 85 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.