Nem da Lapa
Denilson Marcos Goncalves · nasceu em 1970
Nem da Lapa se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: MDB (2004), MOBILIZA (2008–2012), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, até o fundamental, mecânico de manutenção, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Nem da Lapa declarou R$ 5.028 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 110,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 23% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Nem da LapaR$ 5.028
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Nem da Lapa declarou ao TSE R$ 9,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 5,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Jaboticatubas (MG) · PL · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 93456,9%
- PessoasR$ 70843,1%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Jaboticatubas (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 28,1 por voto. Quem venceu, Marcão Reviver, gastou R$ 16,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 97; o mais barato, R$ 16,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Diogo Santos PSOLR$ 6,6 mil · 68 votosR$ 97
- Bete De Bico Doce PLR$ 4,8 mil · 98 votosR$ 49,2
- Dr. Gildásio MDBR$ 6 mil · 125 votosR$ 48,1
- Robinho MDBR$ 4 mil · 109 votosR$ 36,8
- Geici Bragança PSOLR$ 4,5 mil · 145 votosR$ 30,9
- Roberto Do Jornal MDBR$ 7,8 mil · 273 votosR$ 28,6
- Nelita Panelinha PSDR$ 3,3 mil · 119 votosR$ 28,1
- Rosinha Maia DEMR$ 7,1 mil · 284 votosR$ 24,9
- Luiz Da Feirinha PSOLR$ 4,4 mil · 177 votosR$ 24,7
- Madrinheira Luana Lazarini MDBR$ 10 mil · 462 votosR$ 22
- Zé Orlando PSDR$ 3,8 mil · 179 votosR$ 21
- Marcão Reviver MDBR$ 5,3 mil · 313 votosR$ 16,8
Votos por real
- 2012, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 137 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.