Apuração
Vice-prefeito · 2020 · PP

Nelson Marcon

nasceu em 1965

Nelson Marcon se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,64← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PP2016PP2020PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.

Sempre pelo PP.

Vice-prefeitoVereadorPartidoPP20122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Vespasiano Corrêa (RS)
    PP 11· direita
    Na chapa de Aurio Andre Coser
    chapa não eleita1.052 votos da chapa, 49,7%
  2. 2016
    PP 11222· direita· na urna, Nelson
    eleito107 votos
  3. 2012
    PP 11222· direita· na urna, Chico
    eleito150 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Nelson Marcon declarou R$ 127,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 52,4 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 127,3 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 88.637 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 127,3 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Casa de alvenaria com 249R$ 96,2 mil
    Casa
  2. Terreno urbano com 1.206R$ 10,1 mil
    Terreno
  3. Dinheiro em especieR$ 10,1 mil
    Moeda estrangeira em espécie
  4. Capital firma individualR$ 8.619
    Quotas ou quinhões de capital
  5. Aplicação CDB banrisulR$ 2.346
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  6. Conta corrente banrisulR$ 6
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Nelson Marcon declarou ao TSE R$ 5,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 2,9 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Vespasiano Corrêa (RS) · PP · eleito

De onde veio

R$ 2.753
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 2.753
O maior gasto foi com transporte: 87% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.753. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de C&S Do Brasil Produtos Graficos Ltda - EppR$ 27510%
  2. OutrosR$ 732,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Vespasiano Corrêa (RS), 2016

Mediana da disputa: R$ 57,1 por voto. Quem venceu, Diego Pezzi, gastou R$ 21,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 290; o mais barato, R$ 21,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Julia Ramos MDBR$ 4,6 mil · 16 votosR$ 290
  • Ivete Fleck MDBR$ 4,5 mil · 27 votosR$ 166
  • Cunha MDBR$ 3,8 mil · 26 votosR$ 145
  • Ederson Salini MDBR$ 3,8 mil · 31 votosR$ 121
  • Lucas Donatti MDBR$ 4,3 mil · 44 votosR$ 98,8
  • Mari Tremarin MDBR$ 4,4 mil · 68 votosR$ 65
  • Rogeria Dachery MDBR$ 4,4 mil · 77 votosR$ 57,1
  • Dirceu Kuffel MDBR$ 4,6 mil · 84 votosR$ 55,2
  • Sandro Michelon MDBR$ 4,6 mil · 88 votosR$ 52,7
  • Jandir Michelon MDBR$ 4,3 mil · 85 votosR$ 51,1
  • Remir Bagnara MDBR$ 3,9 mil · 89 votosR$ 43,8
  • Diego Pezzi MDBR$ 4,3 mil · 202 votosR$ 21,5

Votos por real

  • 2016, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.