Apuração
Deputado estadual · 2006 · PL

Nelson Junior

Jose Nelson Cordeiro Júnior · nasceu em 1970

Nelson Junior disputou uma eleição, em 2006, para deputado estadual (Pernambuco), pelo PL: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,47← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPL2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 36 anos, superior completo, administrador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Pernambuco
    PL 22222· direita
    suplente4.173 votos; 143º mais votado de 452 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Nelson Junior teve 4.173 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 143º lugar entre 452 candidatos.

Recebeu votos em 159 cidades. Garanhuns deu 24,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 79,7%.

4.173 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 4.173 votos.
  1. Garanhuns (PE)1.039 votos24,9%
  2. Recife (PE)904 votos21,7%
  3. Jaboatão dos Guararapes (PE)446 votos10,7%
  4. Caruaru (PE)279 votos6,7%
  5. Olinda (PE)108 votos2,6%
  6. Outras 144 cidades848 votos20,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Nelson Junior declarou R$ 122,3 mil em bens, em reais de hoje: 4,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Pernambuco.

R$ 122,3 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 41.020 na declaração)

Declarou 4,1 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Pernambuco em 2006.

  • Nelson JuniorR$ 122,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 122,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Nelson Junior declarou ao TSE R$ 53 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado estadual · Pernambuco · PL · suplente

De onde veio

R$ 52,8 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 52,8 mil.
  1. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 51,9 mil98,3%
  2. EmpresasR$ 8901,7%
  3. Próprio bolsoR$ 6< 0,1%

Para onde foi

R$ 52,8 mil
O maior gasto foi com transporte: 69% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 52,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 3920,7%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Pernambuco, 2006

Mediana da disputa: R$ 17,8 por voto. Quem venceu, Romario, gastou R$ 7,45 por voto. O voto mais caro custou R$ 41,5; o mais barato, R$ 7,45.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 79 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.