Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Nelson Gonzales

Nelson Gonzales Caetano · nasceu em 1950

Nelson Gonzales se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,19← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB2012MDB2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2008.

Sempre pelo MDB.

PrefeitoVereadorPartidoMDB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna ou votos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2016: 66 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Coroados (SP)
    MDB 15123· centro-direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  2. 2012
    Prefeito · Coroados (SP)
    MDB 15· centro-direita· na urna, Nelson
    candidatura não chegou à urna
  3. 2008
    Prefeito · Coroados (SP)
    MDB 15· centro
    eleito1.753 votos, 54,0%
  4. 2004
    Prefeito · Coroados (SP)
    MDB 15· centro
    eleito1.390 votos, 100,0%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Nelson Gonzales declarou ao TSE R$ 24 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 18 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Coroados (SP) · MDB · votos anulados pela Justiça Eleitoral

De onde veio

R$ 1.295
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.295.
  1. PessoasR$ 89168,7%
  2. PartidoR$ 24318,7%
  3. Outros candidatosR$ 16212,5%

Para onde foi

R$ 1.287
O maior gasto foi com material impresso: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.287.
  1. Material impressoR$ 68052,8%
  2. ServiçosR$ 48637,7%
  3. TransporteR$ 1219,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Coroados (SP), 2016

Mediana da disputa: R$ 67,2 por voto. Quem venceu, Cesinha Cabeça, gastou R$ 49,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 232; o mais barato, R$ 32,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 419 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 77 votos por R$ 1.000.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.