Nelson Freire
Nelson Freire de Andrade · nasceu em 1946
Nelson Freire se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PRONA (2004), PSL (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2008, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2008: 62 anos, até o fundamental, técnico em agronomia e agrimensura. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008Vice-prefeito · Paulo Ramos (MA)PSL 25· direitaNa chapa de Arilenechapa não eleita4.931 votos da chapa, 46,0%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Nelson Freire declarou R$ 8,5 mi em bens, em reais de hoje.
Os 19 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Um imovel ruralR$ 2,7 miBens rurais e animais
- Um imovel ruralR$ 2,2 miBens rurais e animais
- Um imovel ruralR$ 1,3 miBens rurais e animais
- Um imovel ruralR$ 539,3 milBens rurais e animais
- Um imovel ruralR$ 404,5 milBens rurais e animais
- Quatro imoveis comerciaisR$ 269,6 milImóveis
- Um lote de terraR$ 269,6 milImóveis
- Dois imoveis comerciaisR$ 161,8 milImóveis
- Um imovel residencialR$ 134,8 milImóveis
- Um imovel residencialR$ 80,9 milImóveis
- Um imovel ruralR$ 80,9 milBens rurais e animais
- Um imovel residencialR$ 67,4 milImóveis
- Um imovel ruralR$ 67,4 milBens rurais e animais
- Um imovel residencialR$ 53,9 milImóveis
- Um imovel residencialR$ 53,9 milImóveis
- Um imovel residencialR$ 40,4 milImóveis
- Um lote de terraR$ 40,4 milImóveis
- Um lote de terraR$ 27 milImóveis
- Um lote de terraR$ 27 milImóveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Nelson Freire declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Paulo Ramos (MA) · PRONA · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 9.77485,8%
- EmpresasTudo de Antonio Machado LimaR$ 8377,3%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 7826,9%
Para onde foi
- TransporteR$ 9.77485,8%
- Material impressoR$ 1.61914,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Paulo Ramos (MA), 2004
Nelson: R$ 15,6 por voto (mediana da disputa, R$ 32,2). Quem venceu, Mateus Professor, gastou R$ 7,56 por voto. O voto mais caro custou R$ 117; o mais barato, R$ 7,56.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nelson. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Genival Do Padeiro CIDADANIAR$ 2,9 mil · 25 votosR$ 117
- Chagas PVR$ 6,7 mil · 65 votosR$ 103
- Zé Da Polina PVR$ 8,1 mil · 92 votosR$ 88,5
- Chico Cascavel PVR$ 15 mil · 324 votosR$ 45,3
- Erielton Professor DCR$ 16 mil · 394 votosR$ 40,3
- Miranda PTBR$ 8,1 mil · 249 votosR$ 32,7
- Elias Severino PTBR$ 6 mil · 187 votosR$ 32,2
- Joaquim Gama PTBR$ 7,7 mil · 252 votosR$ 30,4
- Luiz Caetano PVR$ 3,3 mil · 156 votosR$ 20,9
- Nelson PRONAR$ 11 mil · 731 votosR$ 15,6
- Doutor Alex PDTR$ 4,5 mil · 360 votosR$ 12,5
- Mateus Professor CIDADANIAR$ 2,6 mil · 345 votosR$ 7,56
Votos por real
- 2004, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.