Nelson Felis
Nelson Felis de Matos · nasceu em 1952
Nelson Felis se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 55 anos, até o fundamental, servidor público municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Nelson Felis declarou R$ 215,7 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.
- Nelson FelisR$ 215,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Nelson Felis declarou ao TSE R$ 2,3 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Ilópolis (RS) · DEM · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Ilópolis (RS), 2004
Nelson Feliz De Matos: R$ 8,74 por voto (mediana da disputa, R$ 26,6). O voto mais caro custou R$ 61,5; o mais barato, R$ 8,74.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dirce Pasquali DEMR$ 8,5 mil · 139 votosR$ 61,5
- Nadi MDBR$ 6,3 mil · 124 votosR$ 51,1
- Sérgio Toigo DEMR$ 2,7 mil · 80 votosR$ 34,4
- Valdemiro Provenzi DEMR$ 2,6 mil · 85 votosR$ 30,6
- Dinarte MDBR$ 4 mil · 132 votosR$ 30,5
- Ico MDBR$ 5,2 mil · 177 votosR$ 29,7
- Nela Dorigon DEMR$ 2,6 mil · 97 votosR$ 26,6
- Gilberto De Paris MDBR$ 2,9 mil · 121 votosR$ 24,2
- Fabio Zerbielli DEMR$ 5 mil · 248 votosR$ 20,2
- Jolso Franzon PDTR$ 3,4 mil · 176 votosR$ 19,5
- Egidio Gabiatti MDBR$ 2,4 mil · 170 votosR$ 14,1
- Nelson Feliz De Matos DEMR$ 2,3 mil · 261 votosR$ 8,74
Votos por real
- 2004, vereador: 114 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.