Apuração
Vereador · 2012 · PODE

Nelson Cleber

Nelson Cleber da Silva · nasceu em 1943

Nelson Cleber se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,39← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PAN (2004–2006), PODE (2012).

Dep. estadualVereadorPartidoPANPODE20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 69 anos, ensino médio, servidor público municipal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PODE 19013· centro-direita
    suplente
  2. 2006
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PAN 26555· sem classificação
    suplente1.330 votos; 434º mais votado de 852 no estado
  3. 2004
    PAN 26555· sem classificação· na urna, Nelson Sapo
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Nelson Cleber teve 1.330 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 434º lugar entre 852 candidatos.

Recebeu votos em 22 cidades. Boa Esperança deu 92,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,5%.

1.330 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.330 votos.
  1. Boa Esperança (MG)1.223 votos92%
  2. Belo Horizonte (MG)27 votos2%
  3. Três Corações (MG)25 votos1,9%
  4. Nepomuceno (MG)11 votos0,8%
  5. Santana da Vargem (MG)9 votos0,7%
  6. Outras 7 cidades7 votos0,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Nelson Cleber declarou R$ 247,5 mil em bens, em reais de hoje: 1,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

Em 2012, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 247,5 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 83.000 na declaração)

Declarou 1,6 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2006.

  • Nelson CleberR$ 247,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 152,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,2 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 247,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Nelson Cleber declarou ao TSE R$ 5,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Boa Esperança (MG) · PODE · suplente

De onde veio

R$ 2.413
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.413.
  1. PartidoR$ 1.43859,6%
  2. PessoasR$ 65026,9%
  3. Próprio bolsoR$ 32513,5%

Para onde foi

R$ 2.413
O maior gasto foi com transporte: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.413.
  1. TransporteR$ 1.12046,4%
  2. Material impressoR$ 96840,1%
  3. OutrosR$ 32513,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Boa Esperança (MG), 2012

Mediana da disputa: R$ 35,3 por voto. Quem venceu, Darlei Da Saude, gastou R$ 17 por voto. O voto mais caro custou R$ 172; o mais barato, R$ 17.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 7,5 votos por R$ 1.000, 16% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 447 votos por R$ 1.000, 4,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.