Nelson Batista
Nelson Batista de Souza · nasceu em 1948
Nelson Batista se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004), PP (2008–2012), PL (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 68 anos, até o fundamental, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Nelson Batista declarou R$ 26 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 108,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Nelson BatistaR$ 26 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Nelson Batista declarou ao TSE R$ 8,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6,2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Pedras de Maria da Cruz (MG) · PL · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 34095,5%
- EscritórioR$ 164,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Pedras de Maria da Cruz (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 82,6 por voto. Quem venceu, Dim Da Lapadoka, gastou R$ 45,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 231; o mais barato, R$ 45,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gilcei Filha De Manoel Galo PSCR$ 19 mil · 82 votosR$ 231
- Adaílton Do Riacho PTBR$ 15 mil · 104 votosR$ 141
- Dezim De Dona Zú PTBR$ 13 mil · 104 votosR$ 126
- Irmão Valdo PDTR$ 23 mil · 196 votosR$ 115
- Pedrão PSBR$ 16 mil · 161 votosR$ 98,9
- Rui De Oró PLR$ 13 mil · 132 votosR$ 95,4
- Otinha MDBR$ 14 mil · 167 votosR$ 82,6
- Bito PHSR$ 13 mil · 157 votosR$ 82,3
- Carloci MDBR$ 14 mil · 180 votosR$ 77,8
- Salmene PSCR$ 13 mil · 202 votosR$ 62,3
- Levy Vereador MDBR$ 17 mil · 288 votosR$ 58,9
- Dim Da Lapadoka PTBR$ 13 mil · 276 votosR$ 45,3
Votos por real
- 2016, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 7,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.