Nelsinho
Nelson Soares · nasceu em 1961
Nelsinho se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: DEM (2008), PSD (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte de carga, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Nelsinho declarou R$ 178,7 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 82,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- NelsinhoR$ 178,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Nelsinho declarou ao TSE R$ 28 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 13 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Coronel Freitas (SC) · PSD · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 10,7 mil93,6%
- Outros candidatosR$ 5765%
- PartidoR$ 1541,3%
Para onde foi
- TransporteR$ 10,7 mil93,6%
- ServiçosR$ 3713,2%
- Material impressoR$ 3593,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Coronel Freitas (SC), 2016
Mediana da disputa: R$ 58,5 por voto. Quem venceu, Miki Boiani, gastou R$ 27,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 362; o mais barato, R$ 27,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sergio PLR$ 15 mil · 42 votosR$ 362
- Isabel PC do BR$ 16 mil · 103 votosR$ 151
- Dalirio PTBR$ 15 mil · 158 votosR$ 97,2
- Ale PSCR$ 16 mil · 162 votosR$ 97,1
- Petter PDTR$ 15 mil · 182 votosR$ 81,9
- Gilberto PTR$ 16 mil · 270 votosR$ 59,8
- Marcelo Zanetti MDBR$ 15 mil · 251 votosR$ 58,5
- Narcir PTR$ 15 mil · 298 votosR$ 49,6
- Ritter PLR$ 15 mil · 355 votosR$ 42,5
- Jandir MDBR$ 15 mil · 382 votosR$ 39,7
- Rudi Lanfredi MDBR$ 15 mil · 513 votosR$ 28,9
- Miki Boiani MDBR$ 15 mil · 539 votosR$ 27,6
Votos por real
- 2016, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 20 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.