Apuração
Prefeito · 2020 · PSB

Neizinho

Adão Reginei dos Santos Camargo · nasceu em 1979

Neizinho se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 2.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,27← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PSB2010PSB2012PSB2016PSB2020PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2020.

Sempre pelo PSB.

Dep. estadualPrefeitoVice-prefeitoVereadorPartidoPSB2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 41 anos, ensino médio, prefeito, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Prefeito · Barros Cassal (RS)
    PSB 40· centro-esquerda
    eleito3.926 votos, 54,4%
  2. 2016
    Vice-prefeito · Barros Cassal (RS)
    PSB 15· centro-esquerda
    Na chapa de Jovelino
    chapa eleita3.827 votos da chapa, 52,9%
  3. 2012
    Vereador · Barros Cassal (RS)
    PSB 40555· centro-esquerda· na urna, Neizinho Camargo
    eleito387 votos
  4. 2010
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PSB 40555· centro-esquerda· na urna, Neizinho Camargo
    suplente2.710 votos; 285º mais votado de 545 no estado
  5. 2008
    Vereador · Barros Cassal (RS)
    PSB 40000· centro-esquerda
    suplente301 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Neizinho teve 2.710 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 285º lugar entre 545 candidatos.

Recebeu votos em 88 cidades. Barros Cassal deu 65,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,1%.

2.710 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 2.710 votos.
  1. Barros Cassal (RS)1.778 votos65,6%
  2. Gramado Xavier (RS)149 votos5,5%
  3. Boqueirão do Leão (RS)100 votos3,7%
  4. Lagoão (RS)80 votos3%
  5. Porto Alegre (RS)50 votos1,8%
  6. Outras 73 cidades242 votos8,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Neizinho declarou R$ 251,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 81,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 251,7 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 175.200 na declaração)

Declarou 51% da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2020.

  • NeizinhoR$ 251,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 489,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 574,6 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 251,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Casa, Av Mauricio Cardoso n. 2200R$ 143,6 mil
    Casa
  2. terreno na Av. Mauricio CardosoR$ 43,1 mil
    Terreno
  3. Camionete Montana ano 2014 pretaR$ 40,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Valor em DinheiroR$ 21,5 mil
    Dinheiro em espécie
  5. Ford/Corcel LR$ 2.873
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Conta 350420010-4 Ag 0124 BanrisulR$ 287
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Neizinho declarou ao TSE R$ 139 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 94 mil, 27% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Prefeito · Barros Cassal (RS) · PSB · eleito

De onde veio

R$ 94,4 mil
27% veio de fundos públicos; 19 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 94,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas19 pessoas, não nomeadasR$ 34,8 mil36,9%
  2. Próprio bolsoR$ 34,3 mil36,4%

Para onde foi

R$ 92,5 mil
O maior gasto foi com material impresso: 50% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 92,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 860,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Barros Cassal (RS), 2020

Neizinho: R$ 23,6 por voto (mediana da disputa, R$ 23,6).

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Aparecida PPR$ 109 mil · 3.289 votosR$ 33,1
  • Neizinho PSBR$ 93 mil · 3.926 votosR$ 23,6

Votos por real

  • 2020, prefeito: 42 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 136 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.