Apuração
Vice-prefeita · 2016 · PROS

Neidinha

Arineide de Lima Feitosa · nasceu em 1973

Neidinha se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleita em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPROS+0,36← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012CIDADANIA2014PROS2016PROS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2012.

Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2012), PROS (2014–2016).

Dep. estadualVice-prefeitaVereadoraPartidoCIDADANIAPROS201220142016
eleitasuplente ou vicenão eleitanão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeita, 2016, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2016: 42 anos, superior incompleto, vereador, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PROS 12· direita
    Na chapa de Eduardo Pio X
    chapa não eleita9.551 votos da chapa, 31,8%
  2. 2014
    Deputada estadual · Pará
    PROS 90345· direita· na urna, Neidinha Feitosa
    candidatura não chegou à urna
  3. 2012
    CIDADANIA 23333· centro· na urna, Neidinha Feitosa
    eleita1.361 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Neidinha declarou R$ 6.499 em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 2.266, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 6.499
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 4.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 6.499. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Neidinha declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 14 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputada estadual · Pará · PROS · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 2.780
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 2.780
O maior gasto foi com serviços: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: deputada estadual, Pará, 2014

Mediana da disputa: R$ 26,7 por voto. Quem venceu, Júnior Ferrari, gastou R$ 10,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 194; o mais barato, R$ 10,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereadora: 97 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.