Neide Dassoler
Neide Carminha Dassoler · nasceu em 1944
Neide Dassoler se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleita em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2008.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 68 anos, até o fundamental, cabeleireiro e barbeiro. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Neide Dassoler declarou R$ 339,6 mil em bens, em reais de hoje: 3,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 204,8 mil acima da inflação.
Declarou 3,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- Neide DassolerR$ 339,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Lote urbano n. 4R$ 175,3 milTerreno
- Casa de alvenariaR$ 109,6 milCasa
- Caderneta de poupançaR$ 32,9 milCaderneta de poupança
- Salão de belezaR$ 21,9 milBens da atividade autônoma
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Neide Dassoler declarou ao TSE R$ 5,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 3,2 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereadora · Barão de Cotegipe (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.16667,3%
- Próprio bolsoR$ 1.05332,7%
Para onde foi
- EscritórioR$ 2.16667,3%
- Material impressoR$ 54216,8%
- TransporteR$ 51115,9%
Quanto custou cada voto: vereadora, Barão de Cotegipe (RS), 2012
Mediana da disputa: R$ 43,6 por voto. Quem venceu, Ivo Caldart, gastou R$ 21 por voto. O voto mais caro custou R$ 97,1; o mais barato, R$ 21.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Enio PTR$ 7,8 mil · 80 votosR$ 97,1
- André Gasparini PTR$ 7,2 mil · 120 votosR$ 59,8
- Nelson Paza PTR$ 9,9 mil · 167 votosR$ 59,1
- Ana Donin MDBR$ 8,2 mil · 146 votosR$ 56,2
- Barella PSDBR$ 5,7 mil · 107 votosR$ 53,3
- Claudio Oleias CIDADANIAR$ 8,9 mil · 179 votosR$ 49,7
- Zé Scarmignani PTBR$ 5,6 mil · 128 votosR$ 43,6
- Mari Berria PTR$ 6,7 mil · 250 votosR$ 27
- Joni PTBR$ 6,3 mil · 264 votosR$ 24
- Trombeta PTBR$ 5,7 mil · 243 votosR$ 23,4
- Franciel Izycki PPR$ 6,5 mil · 295 votosR$ 22,1
- Ivo Caldart PPR$ 5,6 mil · 267 votosR$ 21
Votos por real
- 2012, vereadora: 24 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 63 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.