Nei Vilares
Sizisnei Vilares dos Santos · nasceu em 1991
Nei Vilares se candidatou em 4 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Passou por 2 partidos: PP (2016), DEM (2020), PP (2022–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 33 anos, até o fundamental, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020, parda em 2022. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2022
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Nei Vilares teve 6.624 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 168º lugar entre 847 candidatos.
Recebeu votos em 86 cidades. Luís Eduardo Magalhães deu 85,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Nei Vilares declarou R$ 115,1 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2016 e 2024, o total caiu R$ 63,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2024.
- Nei VilaresR$ 115,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 11 mil
- Mediana dos eleitosR$ 90 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Nei Vilares declarou ao TSE R$ 179 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado estadual: R$ 138 mil, 87% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Luís Eduardo Magalhães (BA) · PP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 10,6 mil49,1%
- Fundo partidárioR$ 6.45630%
- Próprio bolsoR$ 4.48420,9%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Luís Eduardo Magalhães (BA), 2024
Mediana da disputa: R$ 19,6 por voto. Quem venceu, Adê Cerrado, gastou R$ 9,95 por voto. O voto mais caro custou R$ 99,5; o mais barato, R$ 9,95.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Haroldo Santos PLR$ 27 mil · 276 votosR$ 99,5
- Jefferson Café REPUBLICANOSR$ 55 mil · 1.071 votosR$ 51,5
- Fabio Lauck PSDR$ 38 mil · 952 votosR$ 40,2
- Tiago Simioni PLR$ 22 mil · 572 votosR$ 38,2
- Dr Gustavo Ribeiro PLR$ 19 mil · 796 votosR$ 23,9
- Daiana Faedo REPUBLICANOSR$ 30 mil · 1.373 votosR$ 21,8
- Ronei De Jesus PLR$ 27 mil · 1.394 votosR$ 19,6
- Victor Do Ferro Velho UNIÃOR$ 25 mil · 1.418 votosR$ 17,8
- Zezilia Martins PSDBR$ 18 mil · 1.213 votosR$ 15,2
- Reinildo Nery PPR$ 23 mil · 1.752 votosR$ 13,3
- Shirley Bernardes PPR$ 15 mil · 1.194 votosR$ 12,8
- Adê Cerrado UNIÃOR$ 15 mil · 1.537 votosR$ 9,95
Votos por real
- 2024, vereador: 124 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2022, deputado estadual: 50 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 272 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.