Apuração
Vereador · 2008 · MDB

Nei Bassani

Dilnei Roque Bassani · nasceu em 1965

Nei Bassani se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em todas.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Sempre pelo MDB.

VereadorPartidoMDB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 42 anos, até o fundamental, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    MDB 15650· centro
    eleito120 votos
  2. 2004
    MDB 15650· centro· na urna, Nei
    eleito146 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Nei Bassani declarou R$ 283,1 mil em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 283,1 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 105.000 na declaração)

Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.

  • Nei BassaniR$ 283,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 283,1 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. 01 Área de terrasR$ 107,9 mil
    Bens rurais e animais
  2. 01 Terreno com casa de alvenaria com 900M2R$ 53,9 mil
    Imóveis
  3. 01 Automóvel paglio youngR$ 48,5 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  4. 01 Camionete saveiroR$ 32,4 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  5. 01 Caderneta de poupança no banco sicrediR$ 27 mil
    Dinheiro e aplicações
  6. 01 Área de terras com 1200R$ 13,5 mil
    Bens rurais e animais

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Nei Bassani declarou ao TSE R$ 3,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 2,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · São Valentim do Sul (RS) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 809
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 809
O maior gasto foi com material impresso: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 809.
  1. Material impressoTudo de Marka Editora Gráfica LtdaR$ 47458,6%
  2. TransporteTudo de S. Lotes & Cia Ltda.R$ 33541,4%

Quanto custou cada voto: vereador, São Valentim do Sul (RS), 2008

Mediana da disputa: R$ 17,4 por voto. Quem venceu, Lurdes Marcolin, gastou R$ 7,21 por voto. O voto mais caro custou R$ 46,7; o mais barato, R$ 7,21.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 120 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 65 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.