Nei
Claudinei Candido de Morais · nasceu em 1976
Nei se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: MOBILIZA (2004), PL (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 31 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Nei declarou R$ 107,9 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- NeiR$ 107,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Nei declarou ao TSE R$ 937 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 578.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Pratinha (MG) · PL · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 31153,7%
- Próprio bolsoR$ 26846,3%
Para onde foi
- OutrosR$ 31153,7%
- TransporteR$ 16127,8%
- EscritórioR$ 10718,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Pratinha (MG), 2008
Mediana da disputa: R$ 25,9 por voto. Quem venceu, Polo, gastou R$ 12,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 147; o mais barato, R$ 12,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zé Tilão MDBR$ 2,9 mil · 20 votosR$ 147
- Sergio MDBR$ 2 mil · 34 votosR$ 57,9
- Nivaldo MDBR$ 2 mil · 35 votosR$ 57
- Iderci MDBR$ 2 mil · 39 votosR$ 50,5
- Chuchu PDTR$ 2,3 mil · 56 votosR$ 41
- Paulinho Ká MDBR$ 2 mil · 58 votosR$ 33,9
- Marinho MDBR$ 2 mil · 76 votosR$ 25,9
- Ademir PTBR$ 1,7 mil · 82 votosR$ 20,7
- Doca MDBR$ 2,2 mil · 115 votosR$ 19,2
- Ratinho PPR$ 2,9 mil · 196 votosR$ 14,7
- Tarcisio PDTR$ 2,6 mil · 198 votosR$ 12,9
- Polo PDTR$ 1,9 mil · 150 votosR$ 12,8
Votos por real
- 2008, vereador: 74 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 106 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.