Neguinho
Francisco Antônio Martinho · nasceu em 1959
Neguinho se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, até o fundamental, mecânico de manutenção, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Neguinho declarou R$ 6.499 em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 29% da mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2016.
- NeguinhoR$ 6.499
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 66,6 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Neguinho declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 6,1 mil, 9,9% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Geminiano (PI) · PP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 5.51990,1%
- Outros candidatosR$ 6099,9%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Geminiano (PI), 2020
Mediana da disputa: R$ 79,2 por voto. Quem venceu, Luiz Gonzaga, gastou R$ 14,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.235; o mais barato, R$ 14,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Auzira Alves PSOLR$ 6,7 mil · 3 votosR$ 2.235
- Edmundo Galvão PSOLR$ 6,1 mil · 28 votosR$ 220
- Franceilton Costa PSOLR$ 5,7 mil · 29 votosR$ 197
- Paulo Da Baixa Grande PSDR$ 3,6 mil · 23 votosR$ 156
- Maciel De Melquides PSDR$ 4,2 mil · 42 votosR$ 100
- Ornella PSDR$ 14 mil · 151 votosR$ 93,7
- Josinete Barbosa PSDR$ 4,4 mil · 56 votosR$ 79,2
- Gabriel Gonçalves PSDR$ 4,2 mil · 69 votosR$ 61,3
- Elizim De João Rael PSDR$ 3,8 mil · 195 votosR$ 19,7
- Chico Antão PSDR$ 3,9 mil · 211 votosR$ 18,3
- Milton Vieira PSDR$ 4,3 mil · 249 votosR$ 17,2
- Luiz Gonzaga PSDR$ 4,2 mil · 292 votosR$ 14,5
Votos por real
- 2016, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.