Nego da Claudete
Helio Quaresemin de Oliveira · nasceu em 1950
Nego da Claudete se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PDT (2004–2012), PL (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 74 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Soledade (RS)PL 22· direitaNa chapa de Serginhochapa não eleita1.395 votos da chapa, 8,1%
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Nego da Claudete declarou R$ 381,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 299,6 mil acima da inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Nego da Claudete declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Soledade (RS) · PL · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 2.33976,8%
- Próprio bolsoR$ 70823,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.27445%
- PessoalR$ 84930%
- ServiçosR$ 70825%
Quanto custou cada voto: vereador, Soledade (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 33,8 por voto. Quem venceu, Miguelzinho, gastou R$ 17,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 139; o mais barato, R$ 17,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professora Cleonice PLR$ 8,5 mil · 61 votosR$ 139
- Dalceu Fernandes PPR$ 8,2 mil · 135 votosR$ 60,8
- Lisandra Schroeder PPR$ 11 mil · 241 votosR$ 47
- Dudu Eduardo Tatim PPR$ 12 mil · 295 votosR$ 39,9
- Pai Tadeu PSBR$ 12 mil · 307 votosR$ 38,6
- Adão Foia PPR$ 15 mil · 394 votosR$ 38
- Tiago Flôres PPR$ 9,9 mil · 293 votosR$ 33,8
- Récio Cappelari PPR$ 15 mil · 463 votosR$ 31,8
- Sérgio Do Táxi MDBR$ 7,5 mil · 317 votosR$ 23,8
- Gustavo Baldissera PLR$ 11 mil · 543 votosR$ 20,7
- Renato Berte Filho PSDBR$ 8,4 mil · 421 votosR$ 20,1
- Miguelzinho MDBR$ 10 mil · 608 votosR$ 17,1
Votos por real
- 2020, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 341 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.