Negão
Ediso Rodrigues de Carvalho · nasceu em 1965
Negão se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PTB (2008), REPUBLICANOS (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 51 anos, até o fundamental, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Negão declarou R$ 109,6 mil em bens, em reais de hoje: 4,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 62,4 mil acima da inflação.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 4,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2012.
- NegãoR$ 109,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 73,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Negão declarou ao TSE R$ 1,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 699.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Paes Landim (PI) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 37653,7%
- PessoasR$ 32446,3%
Para onde foi
- ServiçosR$ 64892,6%
- Material impressoR$ 527,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Paes Landim (PI), 2016
Mediana da disputa: R$ 31,3 por voto. Quem venceu, Claudio Morais, gastou R$ 21,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 57,8; o mais barato, R$ 21,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ciro Lacerda PSDBR$ 15 mil · 251 votosR$ 57,8
- Edson Borges REDER$ 6,2 mil · 128 votosR$ 48,7
- Zé Ernesto CIDADANIAR$ 7,7 mil · 160 votosR$ 48,2
- Jakley Hilario REPUBLICANOSR$ 8,6 mil · 241 votosR$ 35,6
- Vitalina Lacerda PSDR$ 7,5 mil · 214 votosR$ 34,9
- Idelbrando MDBR$ 7,4 mil · 232 votosR$ 32
- Raniel Santana PSDBR$ 6,1 mil · 194 votosR$ 31,3
- Teliane Moraes PTR$ 6,9 mil · 223 votosR$ 31,2
- Zé Raimundo PPR$ 7,2 mil · 244 votosR$ 29,4
- Ivan Do Valle PLR$ 6,2 mil · 245 votosR$ 25,3
- Negão De Dino REPUBLICANOSR$ 5,5 mil · 224 votosR$ 24,4
- Claudio Morais PTR$ 5,5 mil · 251 votosR$ 21,8
Votos por real
- 2016, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 79 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.