Manoel Gomes
nasceu em 1945
Manoel Gomes se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 71 anos, até o fundamental, agricultor, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Manoel Gomes declarou R$ 17,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 376,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 24% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Manoel GomesR$ 17,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Manoel Gomes declarou ao TSE R$ 4,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 2,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Serafina Corrêa (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.00687,1%
- Fundo partidárioR$ 29812,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.42561,8%
- ServiçosR$ 81035,1%
- PessoalR$ 713,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Serafina Corrêa (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 15 por voto. Quem venceu, Zé Betinardi, gastou R$ 6,90 por voto. O voto mais caro custou R$ 33,8; o mais barato, R$ 6,90.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luci Pacassa PPR$ 4,3 mil · 126 votosR$ 33,8
- Lucimar Zarpelon Magon MDBR$ 14 mil · 436 votosR$ 32,4
- Dra. Teresinha Dalmagro PTR$ 8,4 mil · 275 votosR$ 30,6
- Silmar Santin PPR$ 3,9 mil · 166 votosR$ 23,2
- Salete Cadore MDBR$ 5 mil · 264 votosR$ 18,9
- Douglas Mattiello PC do BR$ 6 mil · 339 votosR$ 17,6
- Olderes PPR$ 6,9 mil · 461 votosR$ 15
- Nereu Rossetto PSBR$ 7 mil · 502 votosR$ 14
- Oldoni PPR$ 4,6 mil · 347 votosR$ 13,4
- Sérgio Massolini DEMR$ 7,9 mil · 608 votosR$ 13
- Marssaro MDBR$ 6,8 mil · 898 votosR$ 7,59
- Zé Betinardi PPR$ 3,8 mil · 556 votosR$ 6,90
Votos por real
- 2016, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 215 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.